25.7.13

Talking In Your Sleep (20/21)


Resumo: Intrépida repórter para o Planeta Diário, Chloe Sullivan, tem seu coração roubado por um herói mascarado, o Arqueiro Verde, mas ela ficará satisfeita em não saber sua verdadeira identidade?
Autorathe_bluesuede
Classificação: NC-17
Linha de tempo: Sexta temporada
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Quando eu te seguro em meus braços à noite, 
Você não sabe que está dormindo sob um holofote?
E todos os sonhos que você guarda?
Você está me contando os segredos que não consegue esconder.
Você diz que me quer.
Você diz que precisa de mim.
Você diz que me ama, 
E eu sei que estou certo
Porque eu ouço à noite.

Talking In Your Sleep
The Romantics




"O que você quer dizer com terminar tudo com ele?" Lois exigiu. "Você não pode estar falando sério. O que aconteceu?"

"Lo", Chloe suspirou ao telefone. "Eu estou falando sério. E eu tenho minhas razões. Eu acho que não vai dar certo. Eu estou no apartamento dele esperando ele chegar. Eu vou terminar tudo e pronto."

"Eu não entendo. Eu pensei que estava indo tudo bem. Você andava tão feliz ultimamente."

Ela sentiu o coração apertar. "Eu sei. Mas... eu percebi que algumas coisas não vão funcionar. Olha, não tente me convencer do contrário. Eu sei o que estou fazendo. Eu só... queria te dizer onde estou. E... podemos mudar o dia das garotas pra amanhã? Eu tenho a sensação que vou precisar de muito sorvete."

Foi a vez de Lois de suspirar. "Claro, prima. Mas ainda estou achando que você vai cometer um grande erro."

Chloe silenciou um gemido. Lois estava preocupada. Chloe sabia que ela estava. "Eu vou ficar bem."

"Se você diz. Tem certeza que não bebeu ou alguma outra coisa?"

Não. "Sim." Ela pode ter literalmente misturado o café que estava tomando com um pouco de uísque, mas precisava de algo pra aumentar sua coragem.

"Bem... talvez você devesse dormir, pensar melhor ou algo assim..."

Mas ela não conseguia dormir. Não dormiu toda a noite anterior. Não dormia desde que descobriu quem Oliver era. Não ia conseguir dormir enquanto não fizesse isso. Tinha que fazer. Era o único jeito. "Lo, eu tenho que fazer isso."

Percebendo o tom de Chloe, Lois finalmente se rendeu e deu a batalha como perdida. "Ok. Você me liga mais tarde?"

Chloe balançou a cabeça com tristeza. "Acho que não. Acho que não estarei com pique. Mas prometo que ligo amanhã."

"Eu vou fazer melhor", Lois prometeu em tom encorajador. "Eu te levo o café da manhã, e podemos passar o dia todo juntas. Ok? Cuide-se, Chlo."

"Claro. Te amo, prima."

"Também te amo."

E Lois desligou. Chloe tomou o último gole do café. Ela olhou para o relógio. Onde ele estava? Ela achava que ele já deveria estar em casa.

Ela sabia que era horrível encurralá-lo em sua própria casa, mas ela tinha que fazer isso antes que perdesse a coragem. E achou que era melhor do que invadir seu escritório.

Ela não queria terminar tudo com ele. Na verdade, agora que sabia a verdade, queria nada mais do que se jogar nele e agarrá-lo e possivelmente beijá-lo até o fim dos tempos.

Mas assim que o impulso surgiu, ela percebeu outra coisa. Ele não tinha dito a ela. Ele não queria que ela soubesse. Ela se perguntou porque ele a tinha convidado pra sair, quando obviamente não tinham um futuro juntos. Ele tinha medo de beijá-la porque receava que ela o reconhecesse. O que com certeza aconteceria. Talvez ele tenha pensado em contar a ela mas decidiu contra a ideia. Agora ele só testava tentando encontrar um jeito de terminar tudo.

Ela quase ligou para Hal, para exigir respostas. Para forçá-lo a lhe contar tudo, porque Oliver a faria perdê-lo duas vezes. Talvez ele tivesse percebido que não a amava afinal.

Ela se sentou em seu sofá, exausta e miserável. Se fosse este o caso, então era melhor para os dois se ela simplesmente terminasse tudo agora. Ele nunca teria que saber que ela descobriu quem ele era, e ela levaria seu segredo para o túmulo. Com um suspiro miserável, ela recostou a cabeça e fechou os olhos, desejando se recompor.

__________

Oliver gemeu em exaustão. Tinha sido um dia terrível. Tedioso nem chegava perto de descrever o que tinha passado. Ele nem se permitiu conversar com Chloe como Arqueiro Verde ou ele mesmo. Tinha finalmente se decidido. Não importa o que acontecesse, ele ia contar a ela amanhã. Seria melhor fazer isso quando estivessem sozinhos pra que ela pudesse dizer a ele como se sentia. Ele só desejava que depois de superar a raiva, ela ainda o quisesse por perto o suficiente para não terminar tudo com ele.

Ele olhou depressivamente para o relógio. Passava das nove. Raramente ele trabalhava depois da cinco a não ser que algo grande acontecesse. Mas o dia de hoje não era sobre isso. Hoje era sobre o tédio.

Bem, de uma coisa ele tinha certeza, ele determinou assim que saiu do elevador, não ia patrulhar. A cidade de Metrópolis ia ter que-

"Chloe?"

Ele olhou em completa surpresa a cabeça loira visível sobre as costas do sofá. O que no mundo ela estava fazendo ali? E há quanto tempo estava ali? Ele tinha lhe dado os códigos do elevador há alguns dias para que ela não tivesse que esperá-lo liberar sua entrada, mas não esperou que ela se sentisse à vontade pra entrar quando ele não estivesse ali, não que ele se importasse, mas mesmo assim.

Ele foi até ela e percebeu ainda mais surpreso que ela tinha adormecido. Ele debateu suas opções momentaneamente, sem saber se deveria acordá-la. Finalmente, sabendo como ela se permitia dormir pouco, ele decidiu não acordá-la. Ela podia ficar envergonhada pela manhã, mas era pouco considerando seu bem-estar.

Então, cuidadosamente ele a pegou do sofá, tentando controlar sua imediata reação à proximidade. Ele desesperadamente sentia falta da liberdade para explorar seu corpo. Mas estava determinado a não se aproveitar dela nem por um breve momento. Não haveria nenhum beijo roubado desta vez, ele declarou a si mesmo com firmeza. Era só mais uma motivação para sua iminente confissão.

Talvez fosse sorte que ela estivesse ali, ele pensou, puxando os cobertores da cama no quarto de hóspedes pra ela. Amanhã de manhã ele podia fazer um café pra ela e simplesmente encarar a situação.

Claro, ele pensou, seria assim. Ele a deitou o mais gentil que pôde, não querendo que ela acordasse e tentasse ir embora. Ela não acordou, mas se mexeu um pouco, murmurando em seu sono enquanto se enterrava na cama confortável. 

Por um momento ele esqueceu e se recompôs com seus lábios a um centímetro dos dela. Congelado, ele suspirou, fechando os olhos em arrependimento. "Eu te amo, Chloe", ele sussurrou exausto. "Só espero que você saiba o quanto amanhã."

Chloe, para sua surpresa, uma feliz, murmurou uma resposta. "Te amo", ela sussurrou sua resposta sonolenta, obviamente nada acordada. Mas isso não impediu seu coração de aumentar tanto que ele pensou que fosse explodir.

Não confiando em si mesmo, ele se endireitou e saiu do quarto, removendo-se de qualquer tentação.

__________

Chloe acordou com uma sensação estranha e desagradável na boca do estômago. Lentamente, com detalhes nada simpáticos, os eventos dos últimos dois dias voltaram ao lugar.

"Oh, Deus", ela gemeu, rolando e enterrando o rosto em seu travesseiro... até de repente perceber que aquele não era o seu travesseiro.

Com um choque em seu sistema, ela se levantou e olhou ao redor da confortável cama em que estava deitada, então para o quarto.

"Oh, Deus!" ela exclamou horrorizada, reconhecendo o quarto de hóspedes de Oliver. "OhDeusOhDeusOhDeus. Droga. Merda. Porcaria." Ela tinha adormecido. Ela tinha ido até lá terminar tudo com ele, e ele - sendo a maldita pessoa maravilhosa que era - foi doce o suficiente pra colocá-la em seu quarto de hóspedes. Como ela ia encará-lo? Talvez devesse ir embora logo. Encará-lo depois.

Sim, ela assentiu pra si mesma, seria a coisa certa a fazer. Recompondo-se, ela brevemente passou pelo banheiro pra lavar o rosto e se livrar do resto de maquiagem que estava usando. Ela correu uma mão pelo cabelo, pensando vagamente que ia precisar do maior copo de café do mundo.

Silenciosamente ela saiu do quarto e foi para o sofá, imaginando ter deixado a bolsa ali antes de adormecer, mas não estava em lugar nenhum.

"Procurando alguma coisa?" Oliver perguntou tão perto que ela gritou.

Ele deu risada enquanto ela recuperava o fôlego, agarrando as costas do sofá pra se equilibrar, mas o sorriso dele sumiu vagamente quando ela se virou e se pressionou contra o sofá para criar distância entre eles, uma expressão culpada no rosto.

"Bom... dia?" ele sugeriu cautelosamente, percebendo a linguagem corporal desconfortável e sutilmente dando um passo atrás.

"Bom dia", ela murmurou em resposta, não muito convencida da frase. "Eu sinto tanto. Por que você não me acordou? Eu não pretendia dormir, eu só-"

"Chloe, relaxa", ele franziu a testa. "Pra que servem os quartos de hóspedes, afinal? Você quer café?" ele ofereceu, pensando que isso talvez fosse acalmá-la e foi para a cozinha.

Ela queria café? Ela estava praticamente salivando a menção da palavra. Mas ela não podia aceitar, ela se alertou. Não deveria deixá-lo fazer mais nada pra ela. Ela precisava pegar a bolsa e ir embora. "Onde está minha bolsa?" ela perguntou. "Eu tenho que ir."

"De jeito nenhum. Você pode ficar para um copo de café. Você obviamente queria me ver ontem à noite. Agora é sua chance", ele sorriu quando ela entrou na cozinha, e ela sentiu o estômago revirar.

Ela nunca ia conseguir superar isso. Não haveria no mundo ninguém igual a ele. E ela tinha que deixá-lo partir. "Oliver. Eu realmente deveria-"

"É uma mistura com amêndoas."

Seu gemido automático a traiu, e não havia como argumentar depois disso. Ele terminou de mexer na máquina e se virou pra ela. "Então, o que está acontecendo?" ele perguntou.

Correndo uma mão nervosamente pelo cabelo, Chloe sentiu o corpo tremer de ansiedade. Ela não conseguia encontrar os olhos dele para responder. "Eu só... queria conversar com você sobre uma coisa."

"Oh?" ele perguntou, curioso. "O quê?"

"Hum..." Qual é, Oliver, não me faça falar agora. Por favor. "Sabe... não era... quer dizer, não é... isso pode esperar."

Ele franziu a testa, começando a ficar mais preocupado com o comportamento evasivo dela. "Chloe, você veio até aqui ontem à noite sem nem avisar. O que quer que seja obviamente não podia esperar."

Ela mordeu o lábio inferior e finalmente percebeu que não havia escapatória. Se ela saísse do apartamento dele sem terminar tudo, não teria mais força para fazer isso. E ela tinha que fazer. Tinha que libertá-lo de qualquer armadilha que ele se meteu por ela. Se ele não podia lhe contar quem ele era, não tinham nenhum futuro juntos. "Eu-" ela engoliu com dificuldade, o som saindo mais como um grasnado. Ela tentou de novo. "Eu tenho que parar de sair com você."

Horror. Máximo, absoluto horror tomou conta de todo o ser de Oliver. A felicidade restante da confissão dela de que o amava enquanto dormia, indo embora num instante. "O quê?" Sua voz era pequena, distante.

Ela soava à beira das lágrimas, mas não encontrou seus olhos. "Eu não posso mais ver você. Eu preciso parar."

Instintivamente, Oliver aproximou-se dela, segurando o desejo de agarrá-la e chacoalhá-la. "Por quê?" ele conseguiu dizer, sua mente correndo com o pânico, tentando encontrar um jeito de entender, um jeito de fazê-la ficar.

Ela respirou fundo e tremulamente e começou a se afastar dele. "Porque - porque..." ela procurou desesperadamente. O que ela podia dizer? Ela lhe devia um pouco de verdade. Afinal, ela o amava. Com toda a força que conseguiu reunir, ela fez seus olhos encontrarem os dele, empalidecendo quando viu a expressão de terrível angústia no rosto dele. "Porque não temos um futuro juntos, temos Oliver?"

O silêncio dele foi desanimador, ela não conseguia mais olhar pra ele. Desviando o olhar, finalmente viu sua bolsa no bar. Ela foi pegá-la, mas antes que tivesse a chance, Oliver diminuiu a distância entre eles em dois passos predatórios. Agarrando os braços dela, ele a puxou e a beijou com tudo que tinha.

Arfando na boca dele, o corpo de Chloe começou a tremer, lágrimas descendo por seu rosto. Imediatamente seus braços o envolveram, seu corpo inteiro desejando o dele. "Graças a Deus", ela murmurou. "Oh, Deus, eu tive tanto medo que você me deixasse ir embora", ela disse com um soluço, beijando-o de novo e de novo.

Peito apertado com uma combinação de tantas emoções que ele não conseguia nomear, Oliver emaranhou uma mão no cabelo dela, segurando os lábios dela nos dele o máximo que conseguiu, sua outra mão na blusa dela e agarrando-a com tanta força que os dois tiveram que lutar para respirar. As palavras dela ecoando em sua mente até finalmente entender. Com grande esforço, ele afastou a boca, mas sem nenhuma intenção de dar a ela algum alívio. Recuperando o fôlego, sua testa encostou na dela. "Você sabia?" ele conseguiu dizer.

Arfando, ela assentiu. "Desde duas noites atrás. Eu pensei... Eu achei que você nunca fosse me contar. Eu deduzi que era melhor se nós dois-"

"Eu quero te contar há semanas. Diabo, meses. Só não consegui descobrir como. Estava com tanto medo que você fosse me odiar."

Lágrimas brilhando em seus olhos, Chloe enterrou o rosto no pescoço dele, sentindo o cheiro confortante da pele dele. "Eu jamais te odiaria."

Ele puxou o rosto dela de volta para que seus lábios pudessem encontrar os dela novamente, beijando-a com muito desejo. "Oh, Deus, Chloe, eu senti tanto sua falta", ele confessou. "Tem sido uma tortura não te tocar." Ele correu os lábios pelo rosto dela, espantando as lágrimas que caíam.

Uma dor aguda começou a se fazer conhecida nas coxas de Chloe e ela se pressionou, se era possível, ainda mais perto dele. Ele não era o único a ser torturado. Ela positivamente sofreu pensando que ele jamais a tocaria novamente.

Ele desceu a mão pelas costas dela até a curva de sua bunda, e apertou levemente, dando um risinho ao grito feminino de surpresa, seguido pelo gemido que ela emitiu quando o sentiu endurecer contra sua barriga e ele a pressionou ainda mais firme contra ele.

"Oh, Deus", ela arfou. "Oh, Deus, eu preciso de você. Oliver. Por favor." Ela se recostou no balcão, puxando-o com ela, lutando com a camisa dele.

Num movimento ligeiro, Oliver a tinha sobre o balcão, agarrando seus joelhos e os abrindo para permiti-la acomodá-lo entre suas coxas. Ela tinha conseguido desabotoar os dois primeiros botões de sua camisa antes de ele de repente mudar de ideia e pegá-la do balcão, aconchegando-a em seus braços. "De jeito nenhum", ela o ouviu grunhir enquanto a beijava, "isso vai acontecer no balcão."

Ela deu risada, mas o som sumiu quando entraram no quarto dele. Ela engoliu nervosamente enquanto ele a colocava no chão e de alguma forma se encontrou com medo. Não deveria estar. Ela disse a si mesma para não estar, mas a insegurança tomou conta dela enquanto Oliver ia até as portas de vidro que levavam a varanda e propositadamente abria as cortinas, permitindo que a luz do sol invadisse o quarto. Isso era diferente.

Oliver pareceu sentir sua hesitação, mas não disse nada, como se já tivesse antecipado. Ele aproximou-se dela novamente, a mão gentilmente acariciando seu rosto antes de se inclinar para beijá-la. Suas mãos deslizaram pelas costas dela e ela arfou quando os dedos calosos entraram por dentro de sua camiseta, fazendo uma onda de fogo correr sua pele nua. Seus olhos se fecharam e ele lentamente tirou a camiseta, passando pela cabeça dela como se uma vida inteira tivesse se passado. Suas mãos encontraram as laterais dela e um polegar roçou seu seio, fazendo seus mamilos apertarem. Ela gemeu levemente, mas no momento seguinte as mãos dele a deixaram, e lentamente começaram a desabotoar a camisa.

Oliver observou atentamente enquanto os olhos dela estudavam suas mãos, seguindo-as a cada botão. Ele a observou tentar se acalmar respirando profunda e calmamente, mas seus olhos escureceram quando ele tirou a camisa e a jogou no chão.

Ele foi para a calça dela em seguida, olhos presos aos dela enquanto abria o botão e puxava o zíper, o puxão gentil por sua cintura mandando uma onda de calor através de seu corpo e fazendo os músculos de seu estômago apertarem. Seus olhos escureceram ainda mais a cada movimento dolorosamente lento.

Ele prendeu os dedos na cintura da calça dela, e mantendo os olhos nos dela, ele lentamente deslizou por seu corpo, seus dedos roçando as costas das coxas dela, atrás dos joelhos, e sobre a curva das panturrilhas. Com curiosidade ela observou Oliver passar seu pé pela calça, levando o sapato junto, e fechar a boca ao redor dos dedos dela, chupando-os e lambendo-os provocativamente, mandando uma sensação de formigamento subir por sua perna e através de sua espinha. Ela gemeu, cabeça caindo pra trás e quase perdendo o equilíbrio. Com um risinho, Oliver colocou o pé na cama e cuidou do segundo, novamente chupando seus dedos - algo que ela nunca considerou erótico até aquele momento.

Lentamente ele se levantou, dando beijos em seu joelho e viajando de volta até sua barriga, afundando a língua em seu umbigo e então subindo o resto do caminho. Ele parou momentaneamente, esperando até ela abrir os olhos novamente, antes de tirar a calça, descendo-a pelas pernas e chutando-a.

Oh... Deus... ajuda, foi o único pensamento coerente de Chloe, embora não tivesse certeza de que ajuda ela precisava.

Oliver correu os olhos pelo corpo dela, tomando a pele suave, memorizando cada pinta. Ele estudou o tom rosado da lingerie, o sutiã meia-taça juntando os seios dela de um jeito que praticamente chamava por ele. Ele deixou seu olhar correr pela barriga dela até a calcinha antes de finalmente voltar para os lábios rosa e os olhos verde escurecidos.

Ela estava ocupada observando-o. Seus olhos observavam cada músculo, cada ângulo de seu corpo, o bronzeado de sua pele, o V tentador que desaparecia dentro da boxer e o poder que irradiava de seu corpo. Mas com tudo isso em exibição, seus olhos continuavam a voltar para o rosto dele. Por meses agora, ela desejava colocar um rosto na silhueta, uma voz aos sussurros. E aqui estava ele: sem distorção, sem capuz. Sem sombras. Ela estava finalmente vendo o homem, parado diante dela com a luz do sol mostrando cada detalhe de seu corpo e seu coração parecia que ia explodir.

A mão dele agarrou o quadril dela, puxando-a pra frente de forma que pudesse alcançar atrás dela e abrir seu sutiã. Ele quase gemeu quando a ouviu arfar enquanto ele deslizava a peça por seus braços e jogava no chão, como se de alguma forma ela estivesse surpresa pelo movimento. Ele queria tomar um de seus mamilos na boca e chupar e ouvi-la gemer em resposta, mas estava numa missão. Mais uma vez Oliver abaixou-se diante dela e Chloe gemeu quando ele agarrou sua agora completamente molhada calcinha entre os dentes, e a arrastou por suas pernas. Quando ele parou na frente dela de novo, não conseguiu resistir ao desejo de deslizar uma mão entre suas coxas e afundar um dedo entre suas dobras. Ela agarrou os braços dele para se equilibrar e gemeu alto, mas ele não se demorou, subindo a mão até a boca e chupando o dedo, gemendo enquanto a saboreava.

Incapaz de se levantar, Chloe segurou os lados do rosto dele e o puxou para um beijo, sua língua invadindo a boca familiar repleta de desejo. Quando ela se afastou para respirar, foi para sussurrar em seu ouvido. "Termina logo."

Dando uma risadinha a pressa dela, Oliver finalmente tirou a boxer e a chutou pra longe. Antes que tivesse a chance de fazer outro movimento, Chloe tinha envolvido a mão ao redor de seu pau. Encontrando seus olhos, ela o esfregou com firmeza, como se dissesse a ele, Vem me pegar.

Sem aviso Oliver parou a mão dela, segurando seus dois pulsos. Ele a empurrou até que as costas de seus joelhos batessem na cama. Soltando seus pulsos, ele gentilmente a empurrou de volta na cama, e Chloe lambeu os lábios nervosamente, olhos descendo até sua impressionante ereção, sua mente voltando a sensação dele dentro dela, a escuridão os envolvendo enquanto ela fechava os olhos com força, cada sensação mais forte pela falta de luz.

Oliver cuidadosamente subiu na cama até pairar em cima dela, tirando os cachos loiros de seu rosto e então correndo o polegar por seus lábios partidos. Ela fechou os olhos a ternura do toque, mas Oliver tinha outras ideias.

Pressionando o joelho entre as coxas dela, ela as partiu e se abaixou até estar aninhando entre suas pernas dobradas. Ele esfregou seu comprimento sobre sua entrada molhada, roçando seu clitóris, e Chloe gemeu com necessidade. Gentilmente ele segurou seu rosto e disse a ela simplesmente, "Abre os olhos". Ela bateu os quadris enquanto ele continuava a deslizar contra ela, tentando fazê-lo penetrá-la.

Com esforço ela abriu os olhos, e no segundo que encontrou os dele, Oliver se pressionou dentro dela, até o fim, as paredes dela o apertando. Chloe jogou a cabeça pra trás com um grito de deliciosa aflição. Ela bateu os quadris de novo, arqueando o corpo para encorajá-lo, mas ele não se moveu.

"Chloe", ele disse. "Olha pra mim."

Arfando, ela se forçou a abrir os olhos, a mão dele ainda segurando seu rosto, agora com mais firmeza para que ela não tirasse os olhos dele.

...e era exatamente o que ele estava fazendo. Toda vez que se enfiava dentro dela, ela queria jogar a cabeça de um lado para o outro, quase incapaz de suportar tê-lo todo dentro dela, mas ele forçava seus olhos a permanecerem presos aos dele. Ela tremeu embaixo dele, seios doendo, coxas tremendo enquanto ele a entrava e estendia a mão para esfregar seu clitóris. Lentamente, como a água que escoa através de rachaduras, Chloe se encontrou ficando mais excitada, cada vez mais perto do clímax, o prazer avassalador. A cada empurrão, seus gritos ficaram mais altos, mais agudos. Ela queria fechar os olhos com força e apenas gritar e deixar o prazer tomar conta, mas Oliver não a deixava.

"Deixe-os abertos, Chloe", ele alertou. "Eu quero você olhando dentro dos meus olhos quando gozar." Ele pressionou o polegar com mais força contra seu clitóris e ela choramingou desesperada. "Vamos, Chloe."

Com toda fibra de força que possuía, cada fibra de seu ser engajado no esforço, ela manteve os olhos abertos. Mesmo quando ele apertou seu clitóris e o auge finalmente chegou, ondas de prazer a esmagando, ela olhou dentro dos olhos dele, lágrimas correndo por seu rosto, gritando o nome dele. Ele gozou com ela, derramando-se dentro dela enquanto seus olhos alcançavam sua alma.

Eles lentamente voltaram a terra e o peito dele subia e descia pesadamente enquanto continuava olhando pra ela, o peito a ponto de explodir enquanto a observava olhar pra ele. Depois do que Chloe considerou uma eternidade, ele desceu os olhos até seus lábios e se inclinou para beijá-los, fazendo-os abrir para permitir que sua língua deslizasse em sua boca, acariciando a dela com amor.

O corpo inteiro tremendo, os braços de Chloe envolveram as costas dele, uma mão se emaranhando no cabelo dourado, e de repente o canto de sua boca subiu e ela percebeu como era bom saber que cor ele era.

Sem saber a razão do sorriso dela, Oliver sorriu em resposta, deitando-se de costas e puxando-a contra sua lateral, protetor. O sorriso dela aumentou e ela se apoiou, admirando-o por um momento antes de finalmente dar voz a seus pensamentos. "Então pra onde vamos daqui?"

Ele deu um risinho. "Bem, a ideia do balcão da cozinha não é tão ruim agora que estou pensando nela. Também tem o sofá, o chuveiro, minha mesa, minha cadeira, as cadeiras da varanda-"

Chloe estava rindo em protesto, então ele parou, sorrindo pra ela e tirando o cabelo de seu rosto.

"Primeiro", ele disse, agora num tom mais sério. "Eu vejo muita luz do sol em nosso futuro."

Chloe bufou. "Nosso futuro, hein? Presunçoso."

Ele revirou os olhos, dando a ela um tapinha brincalhão na cabeça. "Não me interrompa. Haverá também alguns resgates heroicos porque você não sabe como ficar longe de problema."

Chloe revirou os olhos, pressionando os lábios, tirando sarro.

"O que obviamente vai te deixar muito agradecida e excitada, levando a muito sexo maravilhoso-"

"Aham."

"-e eu te dizendo que claro que salvei você. Porque eu te amo." O coração de Chloe pulou, observando-o ele parar e engolir, escondendo sua ansiedade. "Ao que você obviamente vai responder...?"

Um sorriso puxando sua boca, ela o beijou, afastando-se para dizer, "O quanto eu te amo também."

O sorriso dele poderia cegar qualquer pessoa. Ele ergueu uma sobrancelha pra ela. "Mais alguma coisa te preocupa?"

Ela deu um risinho, balançando a cabeça lentamente, olhos nos dele. "Mas eu tenho uma condição e um pedido."

"Oh?" ele perguntou curioso.

"Aham. O pedido é que eu gostaria de contar a minha prima. Senão ela vai ficar extremamente confusa quando eu ligar pra ela daqui a dois minutos porque eu não vou ter nenhuma explicação de porque eu dormi com você ao invés de terminar tudo. Eu vou deixar você pensar sobre isso."

Ele assentiu. "É justo. Eu vou pensar."

"Obrigada."

"E a condição?" ele perguntou.

"Eu quero dar um tapa na cabeça do seu amigo Hal por ter confundido minha mente."

"Eu ficarei feliz em te levar até o hotel onde ele está."

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VINTE E UM

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14 comentários:

  1. FINALMENTEEEEEEEEE!

    Eu não tinha comentado ainda, mas estou lendo um capitulo aqui e outro ali.

    Enfim: Gostei mais da fic pós Green Arrow, Preferi Chloe e Oliver. Tava doida pra rolar entre os dois... confuso isso. hehehe

    Que venha a ultima parte \o/

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    1. Eu também estava "torcendo" pelo Oliver rs

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    2. Acho que confusão foi a constante nesta fic kkkk nunca vir uma fic que nos fizesse ter que ficar na torcida ou pelo Arqueiro ou pelo o Oliver kkk... mas pense numa confusão gostosa essa... =D

      GIL

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    3. Todo mundo torcendo para o Ollie contra ele mesmo, lol. O que uma boa fic não consegue fazer com a gente...

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  2. MEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEELDEEEEEEEEEEEEEELLLLLLLLLLLZZZZZZZZZZZZZZZZZZ

    Eu ia comentar sobre o sofrimento da Chloe e a fofura dele a carregando pro quarto de hóspedes, mas... Deixa pra lá! kkkkkk
    Isso foi intenso, queeente, e romântico... Quer mais que isso??? *inveja da Chloe*

    Pena que só falta um... =/

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  3. Comigo foi quase o mesmo Ciça...

    Eu ia começar falando no banner... falar um pouco da Chloe e seu surto, sua decisão... seguido pela delicadeza do Oliver, querer ser sincero... os 'eu te amo' *-*... mas...

    ...Meu Deeeuuus!! O que falar depois disto TUUUDO?
    Wow?!

    GIL

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    1. Não dá, GIL, o cérebro meio que derrete depois... lol

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  4. eu torci pela maldita pessoa maravilhosa, (essa frase já faz parte do meu vocabulário),que afinal são duas em uma,e ah o Oliver deixar a Chloe ir embora, que é isso minha filha? há momentos em que eu acho a Chloe burra, me desculpem. Gostei desse negócio do balcão,pensei que ia rolar ali mesmo, mas Oliver é o guru do sexo, precisa de um lugar mais confortável pra colocar o atraso em dia, comque prazer o Oliver disse que ia levar a Chloe até o Hal, cheiro de vingança. Gente o Justin Hartleyentrou para a 3ªtemporada de Revenge, quem estiver curiosa,mas ainda estão gravando ainda.indo para o prximo.

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    1. Rs... sim, ele é uma maldita pessoa maravilhosa!!!!!!! Ah sim, quem sabe ele dá uma melhoradinha em Revenge, não é?

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  5. Que história sensacional, adorei, pena que só falta um...

    Edicleia

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    1. Muito boa essa história, com certeza!

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  6. eu acho essa serie meio chatinha, só festas beneficentes e ummonte de gentefalsa e maldosa incluindo aí a emily, mas fiquei curiosa de ver o Justin.

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    1. Haha, verdade Michelle... A Emily consegue ser bem chata... vamos ver se melhora com o novo personagem...

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