9.4.15

Never A Bride (17/27)

TítuloNoiva Jamais
Resumo: Quando um jornal publica uma falsa notícia de noivado entre Oliver Queen e Chloe Sullivan, e todos os seus amigos ficam animados, Chloe e Oliver decidem fingir um falso noivado e terminar, para provar a seus amigos o quão errados eles são um para o outro. Porque eles vão terminar, certo?
Autorathe_bluesuede
Classificação: NC-17
Categoria: Romance/Humor.
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Nota: Esta tradução foi sugerida pela Ciça. 


As mãos de Oliver eram tão boas. Como ele fazia aquilo? Como ele sabia exatamente como excitá-la e enlouquecê-la? As costas dos dedos dele estavam correndo por seu braço e ela estava literalmente arfando.

Ou talvez fosse porque estivesse muito quente e ela tivesse dançado a noite toda. Ela não tinha certeza. Do que ela tinha certeza era de que não gostava das outras mulheres olhando para Oliver quando ele entrou. Mas ela sentiu um certo prazer no momento em que ele foi até ela, girou-a para que ficasse de costas pra ele e começou a mexer ao ritmo da música junto com ela. E ela até se permitiu a diversão de deslizar uma mão pelo ombro dele, prontamente exibindo o anel de noivado para elas. Era divertido ser a garota do clube que tinha as garras no homem mais bonito do lugar. Isso quase lhe deu uma pequena sensação de poder, saber que as outras mulheres não podiam tê-lo porque ele estava com ela.

A mente dela vagou para o cara com quem dançara no andar inferior. Tinha sido divertido, mas estranho. Ele estava claramente com medo de chegar muito perto porque sabia que ela tinha um noivo em algum lugar, e ela não queria que ele tomasse muitas liberdades. Na verdade, ela permitiu que seus olhos escaneassem o salão momentaneamente, não havia outro homem que ela desejasse que estivesse no lugar de Oliver. Lois, se soubesse que Chloe não estava noiva de verdade, provavelmente explicaria que era porque Chloe era amiga de Oliver. Ela era próxima a ele, então se sentia confortável. Quando um estranho a tocava, era assustador, motivo de alarme. Quando Oliver a tocava, era bem-vindo porque ela confiava nele.

"E porque você tem uma quedinha por ele", Lois finalizaria. Porque eu não posso esquecer que Lois é completamente maluca. Chloe revirou os olhos para si mesmo e se recostou em Oliver, descansando a cabeça contra o ombro dele.

Deus, eu quero sexo, ela pensou miseravelmente. Eu quero. Eu estou evitando há anos, mas sinto falta. Sexo com Jimmy era bom. Era bom sentir-me desejada e amada. "O efeito da bebida está passando", ela disse alto, de repente sentindo-se desconfortável dentro de sua própria mente.

Oliver assentiu. "O que você quer?"

Ela correu uma mão pelo cabelo, sentindo falta do toque quando ele se afastou. O que ela queria? Ela queria um namorado, talvez até um noivo de verdade. Ela queria o 'sexo realmente bom, de curvar os dedos dos pés, fazer a terra tremer, com alguém que se importasse com ela e quisesse fazê-la se sentir bem' que Oliver falou uma semana atrás. Aquela declaração, o discurso todo sobre querer que ela ficasse com um cara bom, ficava voltando em sua mente toda noite desde que ele partira. "Uma cerveja. Qualquer cerveja. Só precisa estar gelada", ela disse.

Oliver assentiu e foi até o bar do outro lado do salão. Ela olhou ao redor para as formas girando, pressionando-se lentamente contra ela e fechando o vazio deixado por Oliver. Todo mundo no lugar cheirava a luxúria e suor. E a maioria deles provavelmente ia transar aquela noite. Ela odiava isso. Por que ela tinha que ter um trauma? A pessoa que não conseguia encontrar ninguém? Por que ela não podia ser o tipo de pessoa que pega um estranho qualquer num bar e vai pra casa com ele e transa?

Não que isso fosse seguro... mas olhe para Oliver. Ele fazia esse jogo. Ou seja lá do que as pessoas chamavam. Ele transara com muitas mulheres, algumas com quem teve um relacionamento e algumas que simplesmente levou para casa à noite e--

Ela balançou a cabeça, de repente não gostando da ideia de Oliver com todas aquelas mulheres.

Alguém aproximou-se dela por trás e começou a dançar com ela, deixando-a tensa. Qual era o problema com os homens? Por que aquele comportamento era aceitável? Não era a primeira vez que ela saía para dançar e algum cara simplesmente a agarrava pela cintura e começava a se esfregar. Mesmo Oliver teve a decência de se aproximar dela de frente antes de girá-la, seu jeito de pedir permissão para dançar. Era tão difícil? Ela sempre sentiu que homens que faziam isso não consideravam a escolha dela. Aproximando-se dela por trás e simplesmente dançando com ela, não lhe davam a chance de rejeitá-los, o que obviamente era o que esperavam ou teriam a decência de se apresentarem primeiro. Sério, era tão difícil pelo menos lhe dar a cortesia de um pequeno contato visual primeiro?

Ela estava pensando na melhor maneira de se afastar do cara se esfregando em seus quadris, quando viu o cabelo loiro de Oliver na multidão. Ela levantou a mão para chamar a atenção dele. Ele parou quando a viu dançando com alguém, mas ela lhe deu um olhar de súplica e ele apareceu ao seu lado quase instantaneamente -- um feito incrível considerando a densidade da multidão.

Oliver segurou as duas cervejas em uma mão. Ele estendeu a outra até Chloe, e pressionou-a firmemente contra o peito do outro homem, afastando-o de Chloe. "Ela está comigo", ele disse alto, dando a ele um olhar de alerta.

O cara mediu Oliver de cima a baixo e pareceu decidir que não valia a pena discutir. Ele sumiu na multidão e Oliver olhou para Chloe. Ele lhe ofereceu uma das cervejas e perguntou, "Você está bem?"

Ela assentiu. "Sim, tudo bem." Ela tomou um longo gole da cerveja, a condensação escorrendo por sua mão. Ele observou uma gota de suor descer pela testa dela.

"Vamos descer", ele sugeriu. Era menos cheio lá, e mais fresco.

Ela assentiu.

No andar de baixo, Oliver olhou para o relógio. Eles estavam ali há horas. "Pronta para ir embora?" ele perguntou.

Ela olhou para ele agradecida. "Sim." Ela se levantou do banco e cambaleou. A mão dele a segurou.

"Devagar", ele riu.

"Isso é culpa sua", ela choramingou. "Até Lois sabe que não deve me dar tequila."

Ele deu um risinho. "Mas você é bem mais divertida quando bebe", ele brincou, mandando uma mensagem de texto enquanto falava. "O carro está a caminho. Vamos sair", ele acrescentou, terminando a cerveja.

Ela fez o mesmo, tomando o resto, agradecida pelo líquido gelado refrescando-a mesmo que sua mente estivesse ainda mais enevoada.

__________

Dentro do avião, Chloe afundou agradecida no assento.

"Então, se divertiu?" Oliver perguntou, juntando-se a ela enquanto o avião decolava.

Ela olhou para ele. A expressão dele orgulhosa. Ela suspirou. "Acho que sim. Quer dizer, foi um pouco morno. Eu esperava que houvesse alguns stripers", brincou.

Oliver ergueu uma sobrancelha para ela. "Tome outra dose de tequila. Você provavelmente vai fazer um strip tease rapidinho."

"Aposto com você que não faço."

"Eu jamais a subestimaria, Sullivan", Oliver disse cansado, deitando a cabeça no encosto do assento e fechando os olhos. O avião decolou e um momento depois ele sentiu Chloe se levantar, provavelmente para tomar uma bebida, com sorte, água. Mas então ele sentiu algo atingir seu rosto. Ele abriu os olhos em surpresa enquanto a tal coisa caía no chão. "Chloe, o que você está fazendo?" ele perguntou nervoso. Ela estava parada apenas num sutiã sem alça e jeans, servindo-se de água no minibar, tentando ficar estável num avião que ainda não tinha se estabilizado. Eles tiveram uma pequena turbulência. "É melhor você se sentar."

Ela riu. "Estou com calor." Ela olhou por sobre o ombro para ele, olhos brilhando com alegria. "Aposto que você não achou que esta noite terminaria comigo sem blusa."

Oliver balançou a cabeça, tentando clarear sua mente. Pele. Havia muita pele. O que havia na pele dela que o fazia querer provar com tanto desejo? "Bem, minhas expectativas foram superadas momentos atrás. Quando você lambeu meu pescoço."

Ela riu de novo, abençoadamente desinibida. "Sim, vou ter que fazer aquilo com outra pessoa algum dia--"

Uma onda de calor atravessou Oliver, e ele respirou profunda e lentamente. Ela não me pertence. É só uma quedinha. Ela não me pertence. Isso tudo é falso. 

"--deduzindo que algum dia terei algum cara para dar em cima, enfim."

Oliver franziu a testa para ela. "O que você quer dizer?"

Ela engoliu a água antes de responder. "Oh, você sabe, só que foi desperdício com você, obviamente."

"Acho que discordo disso."

Ela riu. "Oh, Oliver, honestamente!" ela respondeu.

"Bem, como pode ter sido desperdício comigo?"

"Bem, quer dizer, obviamente você não está atraído por mim", ela disse como se fosse muito óbvio, um fato conhecido.

"Quem disse?"

Ela pareceu confusa.

"Sério."

"Bem, Oliver..."

Ele estava em pé. "Quem disse que não te acho atraente?" ele perguntou. Por que ele estava em pé? Ele deveria estar sentado. Que diabos estou fazendo?

"Bem, quer dizer, você não está", ela declarou.

"Chloe, eu já te disse antes que você é completamente maravilhosa."

Um olhar de aliviada compreensão cruzou o rosto dela. "Oh, Oliver, eu não estou me subestimando. Eu sei que você me acha bonita e isso é legal. Mas você pode achar alguém atraente sem estar realmente atraído."

Ele estava se aproximando. "Chloe." Ele pegou o copo da mão dela e o colocou cuidadosamente sobre o balcão. "Quem disse", ele se aproximou, "que não estou atraído por você?"

"Você--quer dizer, nós--eu--" ela se enrolou com as palavras. Seu corpo inteiro de repente parecia estar pegando fogo de tão quente, os cabelos em sua nuca arrepiados com a proximidade dele.

"Podemos não estar de verdade juntos, Chloe, mas eu definitivamente estou muito atraído por você. Você sabe como é difícil morar com você algumas vezes? Andando por aí com aquele pequeno robe de seda? A expressão praticamente sexual no seu rosto quando toma café? O jeito que sua perna envolve a minha quando adormecemos juntos? Porra, Chloe, eu mal aguento ficar perto de você algumas vezes."

Chloe piscou rapidamente, tentando computar a informação que ele estava lhe dando. "Oliver. Você não tem que falar essas coisas. Eu não preciso de uma injeção de confiança."

"Pelo amor de Deus, Chloe!" Ele pegou os quadris dela e a puxou contra ele. Ela arfou quando sentiu a ereção pressionada em sua barriga. "Você acha que sou imune ou algo assim? Eu sou homem, pelo amor de Deus! E você está flertando comigo esta noite inteira como se fosse um jogo, e tudo bem porque eu faço isso com você o tempo todo, e não precisa significar nada, mas se você acha que não me afeta, você está louca!"

Chloe estava olhando pra ele, um cervo assustado no meio da estrada enquanto respirava pesadamente, incerta do que dizer. Oliver olhou para ela. Merda, parte dele estava dizendo. Fui longe demais. Eu só fui longe demais. Puta merda, ela vai arrancar meus olhos. Mas ele não conseguia se afastar.

E então Chloe fez algo completamente inesperado. Ela segurou sua nuca e o puxou até ela, trazendo os lábios dele até os seus num movimento rápido. E com ninguém por perto, ninguém para testemunhar ou provar nada, eles se beijaram. O avião passou por uma leve turbulência, seu corpo pressionando-se mais contra o dela. Chloe o agarrou com força para que não tropeçasse, seu estômago despencando quando o avião entrou em outra turbulência. "Quanto tempo dura esse voo mesmo?" ela arfou.

"Não o suficiente." Ele virou o rosto dela pra ele e a beijou de novo. Ela tinha sabor de tequila e limão. Ela cheirava a suor e era macia como seda. Sua pele era tão macia que ele queria tocar cada parte dela. Ele chupou seu lábio superior e então aprofundou o beijo, partindo os lábios dela e deslizando a língua dentro de sua boca. Ele correu as mãos pelas costas dela, e ela estremeceu. Ela sempre fazia aquilo, estremecia quando ele a tocava. Quão forte ela reagiria quando ele realmente a tocasse?

Porque isso ia acontecer agora. Algo nele sabia. Se não fosse aquela noite, seria logo, ele ia tocá-la de todas as maneiras possíveis por quanto tempo ela permitisse.

A voz do piloto surgiu pelo interfone e os alertou que provavelmente enfrentariam turbulência na maior parte do caminho de volta por causa do tempo, mas ele estava tentando encontrar um caminho mais calmo. "Enquanto isso, vocês deveriam permanecer sentados por segurança."

Segurança, a palavra ecoava na cabeça de Oliver. Não havia nada seguro ali. Ela era provavelmente a coisa mais perigosa que acontecera a ele e os dedos dela estavam emaranhados em seu cabelo como se fosse a coisa mais natural do mundo. O avião desceu um pouco e ela apertou a mão no cabelo dele, como se segurar-se nele fosse impedi-la de cair do céu. Outra turbulência o fez acidentalmente esmagá-la contra o bar por um momento, sua virilha pressionada na dela e endurecendo o suficiente para fazer o ar ficar preso em sua garganta e ela gemer.

"Como vamos chegar em casa?" Chloe perguntou, tentando diminuir o ritmo dos dois. "Você está muito bêbado para aquela motocicleta."

"Nós dois estamos muito bêbados para aquela motocicleta", ele concordou. "Tem um carro esperando, eu já agendei." Houve outra turbulência e Oliver segurou os quadris dela com uma mão e com a outra segurou na parede do avião para impedir que caíssem. "Precisamos nos sentar", ele arfou, voltando os dois para o assento. Eles cambalearam enquanto voltavam antes de se afundarem no macio assento de couro, Oliver puxando Chloe para seu colo onde começou a beijar seu pescoço sensualmente. Chloe gemeu.

"Quanto tempo?" ela perguntou de novo, e ele soube que ela falava do voo. A impaciência dela deixando-o faminto. Ele pensou em quanto tempo fazia que ele estava sem sexo... e como fazia mais tempo para ela e descobriu que também estava queimando de impaciência.

"Não o suficiente", ele repetiu, ele subiu uma mão pela lateral do corpo dela e correu o polegar por sobre um seio, correndo contra o mamilo endurecido sob o tecido do maldito sutiã.

Ela espasmou ao toque. "Sério!" ela reiterou.

"Mais quinze minutos para pousar", ele disse, repetindo o movimento.

Ela gemeu, sua expressão quase de dor. "Quinze minutos--"

"--não são suficientes para o que eu vou fazer com você", ele repetiu com firmeza, deslizando a outra mão até o outro seio.

Ela arfou, murmurando a matemática. "Quinze minutos e mais outros quinze no carro pra chegar em casa."

"Não", Oliver repetiu, "é suficiente."

Ela balançou a cabeça. "É muito tempo." Ele a beijou por isso, a mão livre deslizando pela nuca dela enquanto ele continuava correndo círculos no mamilo com o dedo. Ela estava se contorcendo, frustrada e incapaz de respirar com calma. "O que estamos fazendo?" ela conseguiu perguntar contra a boca dele.

Ele hesitou antes de responder. "Cuidando um do outro."

A testa dela estava pressionada contra a dele e seus olhos estavam fechados.

"Como amigos. Se você quiser."

Ela ficou quieta pelo segundo mais longo da vida de Oliver antes de assentir. "Eu quero."

__________

Meia hora e um trajeto fervoroso de carro depois, Oliver meio carregou Chloe até seu apartamento. Ele se afastou dela momentaneamente para olhar dentro dos olhos dela. "Chloe--"

"Eu tenho certeza. Eu tenho muita certeza." Por favor, ela implorou em pensamento. Eu preciso disto. 

Ele ainda estava hesitante. "Você está bêbada. Eu estou bêbado." Porque ele estava. Ele definitivamente ainda estava sentindo as nove doses de tequila que tomaram no curso da noite. Três bandejas de seis doses. Terminando com Chloe lambendo seu pescoço. O que eles estavam fazendo ali?

"Como amigos", ela o relembrou de suas próprias palavras. "É isto. Só... atendendo necessidades. Você não pode me dizer que isso não está te matando. E vai durar mais alguns meses agora."

Ele não registrou que ela estava dizendo que ele teria que esperar mais alguns meses para estar com outras pessoas. Não importava. Ela era a única opção. Suas desculpas estavam minguando. E sua luxúria tomando conta. Eu vou fazer isto? ele se perguntou. Eu vou? Ah, pro inferno com isso, claro que eu vou. Mas eu vou fazer direito. Para o bem dela. Se Chloe realmente não transava há anos, então ele teria que garantir que pela primeira vez ela estivesse com um homem de verdade e que fosse melhor do que uma transa bêbada com um amigo.

Ele a conduziu até o corredor na direção do quarto, levando-a com beijos e sussurros que tiveram efeito imediato, fazendo com que os lábios dela colassem nos dele . Ele abriu a porta e a arrastou para dentro com ele.

"Tire os sapatos", ele instruiu enquanto enterrava o rosto em seu pescoço, lambendo, mordiscando e chupando cada parte dele.

Ela fez o que ele pediu e tirou os sapatos. As mãos de Oliver subiram por suas coxas e depois por sua bunda. Ele agarrou ali com força e ela arfou, batendo-se para a frente involuntariamente. Ele gemeu em seu pescoço quando o corpo dela se esfregou no dele. Ele a queria tanto que até doía. Mas tinha que se controlar.

"Eu quero você", ele murmurou entre os beijos em sua garganta, "na cama."

Ela gemeu. "Eu não acho que minhas pernas conseguem ir tão longe", ela choramingou. Na verdade suas coxas estavam tão tensas agora que ela não conseguia imaginar se mover. Ela sentia como se mais um toque fosse fazê-la se despedaçar, e desesperadamente queria tentar e ver o que acontecia. As mãos largas de Oliver correram pelas costas das coxas dela, prendendo a primeira perna sobre seu quadril, e então a outra. Ela obedientemente passou as pernas com força ao redor dele e o permitiu carregá-la até a cama, sentindo o volume na calça dele pressionado contra seu centro.

Ele subiu na cama, deitando-a sob ele. Pairando sobre ela, ele tentou se equilibrar antes de tirar a camisa. Ela engoliu em seco com a visão em sua frente, uma dúzia de fantasias que ela nunca admitiria de repente passando por sua cabeça. Ele removeu a blusa dela e abriu a calça, tirando-a em seguida, deixando-a apenas de lingerie. Ele se inclinou e beijou-a provocativamente, batendo o pau contra ela para que ela pudesse sentir o quanto ele estava duro, o que ela estava fazendo com ele. Ele fez de novo e Chloe estava praticamente chorando com a provocação, sua cabeça caindo para trás e seus olhos se fechando com força, imaginando com muita facilidade como seria tê-lo dentro dela. Ela arqueou as costas, seus seios correndo contra o peito dele através do tecido do sutiã. Ela queria que ele o tirasse.

Um desejo que foi logo atendido. Oliver não teve paciência para a roupa que havia entre ele e aqueles seios. Firmes e suaves e perfeitos em suas mãos. Ele os segurou gentilmente e correu os polegares sobre os mamilos como fizera no avião. O corpo dela inteiro tremeu e um choramingo lhe escapou a garganta.

"Oliver, por favor..."

Por favor o quê? Fodê-la sem pensar? Ele estava seriamente considerando essa possibilidade. Talvez eventualmente o fizesse. Mas não aquela noite. Ele desceu a cabeça e tomou um de seus seios na boca e chupou, girando a língua sobre o bico rijo. Ela gemeu, deslizando a mão no cabelo dele e apertando com força. Ela apertou as coxas ao redor dele, puxando-o mais perto, mas ele não parou. Ele continuou chupando e lambendo seu seio, cuidando do outro com os dedos enquanto ela choramingava. Ela era a coisa mais bonita que tinha visto na vida. E seus seios eram perfeitos. Ele soltou o mamilo com um estalo antes de ir para o outro seio, os dedos cuidando do que acabara de ser abandonado. Ele fechou os olhos, banhando-a com sua língua e saboreando a sensação dos dedos dela presos em seu cabelo. Se era assim que ela reagia ao mais simples dos toques, como ela responderia quando ele finalmente a levasse a um orgasmo? Ele mal podia esperar para vê-la de desfazer.

Ela estava choramingando quando ele finalmente soltou seu segundo seio e começou a traçar beijos por sua barriga, parando para mergulhar a língua em seu umbigo.

Ela estava usando uma calcinha amarela de renda e ele seriamente considerou rasgá-la, mas decidiu contra. Em vez disso ele a deixou ali por um momento, correndo os dedos gentilmente sobre suas dobras através do suave tecido. Ela tremeu, batendo os quadris à sensação. Ele fechou os olhos, respirando fundo. Maldição. Torne isso mais fácil pra mim, mulher. Por que eles tinham que estar bêbados? Se não estivessem completamente inebriados seria diferente. Ele olhou pra ela e sua mandíbula ficou tensa. Ela ainda parecia querê-lo. Ela não mudara de ideia. Mas ele podia ver o que ela estava escondendo tão desesperadamente. Ela estava com medo.

Ele manteve o olhar e pressionou um beijo suave dentro da coxa dela. Está tudo bem, Chloe, ele queria que ela entendesse. Eu só vou até onde você precisa.

Ele prendeu os polegares sob a calcinha dela e lentamente moveu pelas pernas dela, removendo o material supérfluo antes de abrir as pernas dela novamente. Ele acariciou suas pernas ternamente, subindo as mãos por suas panturrilhas e gentilmente acariciando a pele sensível atrás de seus joelhos. Ele subiu as coxas dela antes de erguer seus quadris até ele e descer a cabeça pra lamber sua fenda. Chloe parou de respirar. Até o último momento ela genuinamente esperava tê-lo dentro dela. Os dois estavam tão afoitos, tão prontos... para que preliminares? A confusão logo a abandonou quando ele encontrou seu clitóris com a boca. Pressão, sucção, calor, fricção, ela não conseguiu aguentar. Ela já estava tão excitada que foi uma questão de minutos para levá-la ao auge, os gemidos de prazer dele enquanto a lambia foram a gota d'água.

Ele queria parar e assistir, observá-la, a mulher que não deixava ninguém tocá-la, figurativa ou literalmente, se desfazendo por causa dele, entre todas as pessoas. Mas ele estava determinado. Ele não parou, chupando o clitóris dela e massageando seus quadris, encorajando-a enquanto ela gozava. E ele continuou. Chloe arfou quando sentiu o polegar dele provocando sua entrada, esfregando-a sobre a umidade ali e brincando com suas dobras, mas nunca penetrando-a como ela queria.

"Oliver", ela arfou, implorando. Ele não podia acabar logo com aquilo?

Mal sabia ela que era exatamente o que ele não queria. Se ela ia finalmente baixar os muros para alguém, ele não queria 'acabar logo com aquilo'. O ressurgimento sexual de Chloe Sullivan seria longo, demorando, e a espera valeria totalmente a pena, não seriam apenas dois bêbados sem controle.

Ele continuou lhe dando prazer com a língua e lábios e dedos até ela gozar de novo, desta vez mais exagerado que o anterior. Seu corpo estava cedendo, perdendo energia, e totalmente explodindo de prazer. Ela estava de fato tremendo sob ele, e embora ele soubesse que não ia ter tudo que queria daquela vez, ele não pode deixar de sorrir. Aguarde, Chloe. Só vai melhorar daqui em diante. E afinal, a única coisa melhor do que seu próprio prazer era o prazer de alguém, então ele a levou ao clímax uma terceira vez, jogando um braço sobre a barriga dela para ajudá-la a ficar parada enquanto ela tentava arquear as costas na cama. Ela parecia gostar de seu polegar provocando sua entrada, então ele abandonou seu clitóris por um momento para explorar isso. Ele chupou um de seus lábios na boca e muito gentilmente afundou o dente na pele. Ela gemeu, mal tendo energia suficiente para agarrar a cabeceira da cama. Ele se moveu para o outro lado e repetiu a ação. Ela estava mordendo o lábio para se impedir de gritar. Não havia sentido nisso. Ele afundou a língua levemente dentro dela e foi recompensando por ela abrindo a boca e ela não tinha mais voz. Tudo que ela conseguiu fazer foi beber o ar.

Ele fechou os olhos. Ela era extraordinária. E ela estava quase sem forças. "Ainda não, Chloe", ele sussurrou, e as palavras mal foram registradas na mente dela. Ela ouviu seu nome e isso foi tudo, sem espaço para pensamentos coerentes em sua cabeça. Ele era tão bom que doía, fisicamente doía. Ele voltou a chupar seu clitóris e ela não sabia como dizer a ele que não conseguiria gozar novamente. Era demais. Ela podia ver uma luz branca no canto dos olhos.

Oliver queria que ela chegasse lá, era a única explicação. Quando ela gozou pela quarta e última vez, estava tremendo, soluçando de prazer. Ele ficou preocupado quando olhou pra ela e viu lágrimas de verdade nos cantos de seus olhos. Ele fechou os seus por um momento, engolindo em seco. Ele teria que agir com cuidado dali em diante. Ele subiu lentamente pelo corpo dela e correu as mãos sobre ela, tentando acalmar seu corpo mole. Ele tirou uma lágrima com as costas da mão e beijou a outra.

De repente era quase fácil esquecer suas próprias necessidades... quase. Aquilo teria que valer a pena. Ele se afastou dela para tirar a calça, respirando fundo quando seu pau recebeu um pouco mais de liberdade. Ele desceu a cabeça e sua mandíbula ficou tensa enquanto tentava se fazer parar de querê-la. Sem sorte. Mas ainda assim ele subiu na cama com ela e cobriu os dois com os lençóis, puxando-a contra ele. Ela foi de boa vontade em seu estado, mas ele teve que dar uma risada trêmula quando mesmo agora ela ainda naturalmente se curvou contra a lateral dele, prendendo a maldita perna ao redor da dele. Ela beijou seu ombro e ele beijou o alto de sua cabeça, correndo uma mão por suas costas. Seria uma bela de uma manhã.

__________
DEZOITO

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8 comentários:

  1. =O
    ... ... ... ...

    A.I.M.E.U.D.E.U.S!! WOW!!!!
    Super Hiper Hot!!

    GIL

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  2. Adorando esta fic .... agora que esta esquentando vai ficar melhor ainda . : )
    Alice

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    1. Só vai, Alice, pode contar com isso! :D

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  3. Chlooooooe sortuda de uma figa *o* hahaha
    Essa mulher passa bem!

    Mal posso esperar pelo próximo :DD

    Aline

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    1. Sortudíssima... Passa muito, mas muito bem... :D

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  4. SENHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORRRRRRRRRRRRRRRRRRR
    Água, muita água!!!!!!
    (adooooooooooooooooooooooooooooro esse capítulo!!! huahauhauahauahuahauah)

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    1. Muita, mas muita água né Ciça? rs... O próximo já está aí, boa leitura!!!! :D

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