28.5.14

Sugarplums, Candy Canes and Legos

SérieIn His Sights
Resumo da Série: Série de histórias pós-Warrior.
Título: Balas, Bastões de Doces e Legos
Resumo: O que dar de presente a um bilionário no Natal?
Autorafickery
Classificação: NC-17
Spoilers: Salvation
Tema: Natal
Nota: tradução sugerida pela Ciça e pela Sam.
Histórias anteriores:
The Way Things Are Supposed To Be (parte 1) (parte 2) (parte 3)
The New Normal (parte 1) (parte 2) (parte 3) (parte 4) (parte 5)
Roomies
Ladie's Night


Noite de Natal

Oliver checou o sistema de segurança e deu um último olhar de admiração na árvore de Natal e nas luzes antes de desligá-las. Era a primeira vez em... bem, toda sua vida, que seu apartamento estava decorado para as festas, e pra variar, graças a Chloe, ele estava desfrutando dos acessórios e rituais: a decoração, o cheiro de velas e biscoitos recém assados, até a música da época que ela vinha tocando nas últimas semanas. Era maravilhosa a diferença que ter uma pessoa amada causava ao espírito natalino.

Ela lhe arrastara até o centro da cidade para ver as luzes e decorações, e ele jamais esqueceria o quão festiva ela parecia num casaco vermelho e touca, o sorriso animado e as mãos enluvadas apertando as dele. Era impossível ser um Scrooge na presença de Chloe Sullivan.

Ele escovou os dentes, tirou a roupa e foi para a cama, vagamente se perguntando onde ela estava - depois de passar uma tarde tranquila no sofá, tomando champanhe, comendo biscoitos de Natal e assistindo filmes clássicos e desenhos, eles mutuamente concordaram que era hora de ir dormir, mas ela acabou escapando para outro cômodo no caminho. Ele podia ouvir o barulho dela ao redor do apartamento - talvez embrulhando um presente de última hora?

Ele diminuiu as luzes, mas não desligou-as completamente, para que ela ainda pudesse enxergar o caminho até a cama, e fechou os olhos pelo que teve certeza ser só um momento.

"Você não vai dormir agora, vai?" a voz sedutora dela veio da porta. Ele abriu os olhos e então se sentou, lentamente, um sorriso incrédulo começando a cruzar seu rosto enquanto ela entrava no quarto.

Ela estava usando uma camisola muito curta e apertada. O tecido era vermelho, com linhas estreitas e diagonais. O laço dava a seus seios uma moldura, e o lacinho branco menor combinava com o que havia na barra da curta saia, sem mencionar o gorro de Papai Noel que ela usava. Nos pés sapatos vermelhos de salto.

Ela estava... maravilhosa.

Ela o deixou olhar por alguns momentos. "Eu sou doce-bastão", ela explicou desnecessariamente. Ela estava de fato segurando um doce-bastão, um vermelho, o qual ela procedeu a lamber lenta e sugestivamente enquanto olhava de volta pra ele. Seus lábios pintados num vermelho profundo, combinando com as unhas das mãos e dos pés.

"Eu estou vendo isso, querida", ele murmurou, ao mesmo tempo surpreso, divertindo-se e muito, muito excitado. Ele estava com dificuldade de tirar os olhos de sua boca, lentamente chupando o doce, para apreciar o efeito total de sua roupa. "Você está... deliciosa."

"Eu sempre gostei de presentes feitos em casa, você não?" ela disse suavemente, caminhando até ele na cama e se ajoelhando ali. Ela passou o papel novamente ao redor do doce e o deixou sobre o criado-mudo antes de puxar o lençol o suficiente para revelar que seu espírito natalino estava respondendo a sua roupa. "Especialmente para o homem que já tem tudo."

Das profundezas de seu decote, ela puxou um laço vermelho. Cuidadosamente ela se sentou sobre as pernas dele, o suave pelo da barra da camisola roçando sugestivamente contra suas coxas. Ele fechou os olhos com a sensação, tentando controlar a respiração. Ele tinha a impressão que bancar o desinteressado não daria certo, ela já o tinha completamente a sua disposição e sabia disso.

Ela se inclinou para a frente e o beijou, sua língua provocando a dele. Ela não estava com gosto de menta, mas de algo mais doce: framboesa talvez. Ele estava apenas se deixando levar, a mão ao redor da cintura dela, quando ela se afastou para olhar pra ele, um secreto e pequeno sorriso curvando sua boca rosada.

Seus olhos verdes brilhavam com malícia e determinação. Seus cachos loiros emoldurados pelo gorro de Papai Noel. 

Como era fisicamente possível ela ser tão adorável? Ela parecia o elfo mais sensual e pervertido de todo Pólo Norte.

De seu ponto de vista atual ele via seu colo, emoldurando pelo tecido. Graças ao laço seus seios eram oferecidos a ele como ameixas maduras. Balas. Ele queria desesperadamente prová-los, ver se eram tão doces quanto pareciam.

De repente  ele estava pensando em tudo que tinha tema natalino. O tema da Dança da Fada Açucarada corria em sua cabeça agora, mas de alguma maneira num tom mais sexual.

Ela procedeu a torturá-lo com a fita vermelha, correndo-a gentilmente sobre seu pau, enrolando-o como um bastão de doce também, mais ou menos, então lentamente tirando. Ele sibilou enquanto tentava se controlar.

Assim que se satisfez com o resultado de seus esforços, ela se aproximou. Com o que parecia ser um movimento exagerado de dedos contra ele, ela amarrou a fita num laço ao redor de seu mastro pulsante e então se afastou momentaneamente para admirar suas habilidades decorativas. "Pronto", ela disse, olhando pra ele. "Agora que meu presente está embrulhado, eu vou desembrulhar. Muito, muito lentamente." 

Ele conseguiu balançar a cabeça, um sorriso convencido no rosto. "Alguém está sendo uma garota muito má. Pode ser que você encontre apenas carvão na sua meia de manhã."

Surgiu aquele sorriso novamente. "Não estou muito preocupada. Ouvi dizer que o Papai Noel gosta de garotas um pouco danadas."

Ela gentilmente segurou sua carne rígida, acariciando a ponta aveludada com o polegar. Ela olhou pra ele sob os cílios para ver sua reação. Aparentemente satisfeita com o que quer que tenha visto, ela voltou para a tarefa, beijando e mordiscando a coroa, trabalhando sua boca quente e molhada sobre ele.

Ele expirou involuntariamente, suas mãos se fechando em punhos enquanto os dentes brancos se fechavam sobre a ponta do laço e o puxava lentamente. Muito lentamente, como ela tinha ameaçado. Uma eternidade depois, quando a última parte do laço era tirada dele, ela o acariciou, sua língua rosa delicadamente traçando todo o seu comprimento.

Havia algo muito sensual em vê-la tão pervertida usando uma roupa tão inocente como Ajudante do Papai Noel e isso estava fazendo coisas maravilhosas pra ele.

"Mmmm. Eu gosto mais deste bastão de doce", ela ronronou. Ele queria rir, mas estava severamente incapacitado agora.

Com a maioria das mulheres isso parecia um pouco exagerado, meio que uma tentativa exagerada, embora os homens nunca fossem reclamar. Mas Chloe conseguia fazer tudo dando ainda uma piscadela, trazendo humor tanto quanto erotismo.

Ela o tomou na boca. Todo ele.

Ok, então talvez mais erotismo do que humor. Ele gemeu e teve que lutar contra o desejo de fechar os olhos para que pudesse se concentrar na sensação. Ao invés, ele olhou para baixo e viu os lábios vermelhos lentamente deslizando para cima e para baixo em sua ereção. Pra cima, pra baixo. Cima. Baixo.

"Deus. Chloe."

Ela gemeu de prazer, as vibrações indo diretamente para seus centros de prazer. Seus quadris se bateram reflexivamente. Ela respondeu o pedido silencioso, acelerando um pouco, aumentando a pressão da boca em seu pau.

Ele estava arfando, qualquer pretensão de controlar a respiração perdida. Ele colocou a mão no cabelo dela por um minuto, então deslizou por suas costas, mas encontrou o material de sua camisola em seu punho enquanto ela começava a fazer algo complicado com a língua.

A parte de trás da roupa mal cobria sua bunda, à mostra perfeitamente no que parecia ser uma tanga de plumas. Jesus.

"Chlo... guh... sim..."

Papai Noel está chegando lá, ele pensou sem sentido, e então não havia nada além da explosão de seu prazer.

*-*-*-*

Enquanto estava ali arfando, ela subiu até seus braços, suavemente beijando seu peito. Assim que ele se recuperou, mais ou menos, ela sorriu pra ele. "Você gostou do seu presente de Natal? Porque foi só a primeira parte. Você tem que desembrulhar o resto."

"Três coisas", ele conseguiu dizer.

"Ok."

"Primeiro, você é a mulher mais sensual do mundo. Segundo, ninguém além de mim jamais vai te ver nesta roupa, jamais. E terceira? Eu te amo."

"Eu não vejo problema em nenhuma das coisas."

Ele se divertiu muito abrindo o resto de seu presente: abrindo o vestido, encontrando aquela calcinha, e confirmando o que ele já sabia: que cada parte dela era deliciosa como uma bala, e doce quanto um bastão de doce. E os sons que ele conseguia arrancar dela enquanto ela gemia embaixo dele eram a melhor canção natalina de todos os tempos.



Dia de Natal

Eles dormiram até mais tarde, porque era uma das melhores partes do Natal quando se é adulto, e se aconchegaram na cama, beijando-se por um longo tempo depois de acordar. Eventualmente eles se levantaram e Ollie acendeu as luzes e ligou a música enquanto Chloe preparava um mini café da manhã: café, suco e muffins que ela tinha feito no dia anterior. O time viria mais tarde para um brunch então não precisavam comer muito agora.

Depois eles se sentaram no sofá juntos e abriram seus presentes. Ele comprou pra ela um elegante relógio e um belo par de brincos, além de muitos acessórios eletrônicos. Ela deu a ele livros, DVDs e encheu seu telefone de aplicativos úteis e divertidos, além de baixar alguns playlists: um romântico, um para viagem e um para os treinos. Ele deu um sorriso enorme enquanto via os títulos.

"Meu amor baixou músicas pra mim!" ele falou, beijando-a  em seguida. "Ninguém nunca fez isso pra mim." A foto dos dois que Lois tinha tirado uma noite fez o sorriso dele aumentar e isso a fez ganhar outro beijo.

Então ele passou uma venda nos olhos dela e a levou até a garagem, onde ele a presentou com um Audi prata conversível com um enorme laço vermelho ao redor. Ela arfou.

"Oliver, isso é demais! Mesmo pra você. Eu não posso..."

"Ele é completo", ele a tentou. "Cheios de acessórios. Vai demorar dois dias para você descobrir todos." Ela titubeou e ele podia dizer que já a tinha convencido.

Eles ficaram ali por quase uma hora, e ele conseguiu que ela cortasse o laço para que pudessem fazer um test-drive, ignorando o fato de que os dois estavam de pijama e nenhum deles estava com a habilitação. Como esperado não havia trânsito, então ela pegou a estrada e arriscou passar um pouco do limite de velocidade.

Ela não conseguia tirar o sorriso do rosto e ele também não, olhando pra ela, o vento mexendo seu cabelo. Quando ela finalmente estacionou e desligou o motor, ela tirou o cinto e se jogou nos braços dele.

"Você é o homem mais ridiculamente generoso", ela disse, ainda sorrindo, acariciando sua bochecha. "É o melhor presente do mundo. Obrigada."

"Ei, loiras bonitas merecem um conversível. É tipo uma lei ou algo assim."

Alguns minutos depois eles de alguma maneira conseguiram sair do banco de trás. "Obviamente eu não pensei direito", ele disse. "Este carro não é grande o suficiente para um cara da minha altura namorar com algum conforto." Ela riu enquanto subiam para a cobertura.

"O que vamos fazer com meu outro carro?"

Ele deu de ombros. "Achei que poderíamos doar para caridade."

"Eu pensei outra coisa. E se dermos para Courtney? Se estiver tudo bem", ela acrescentou. Conhecendo Oliver, ele doaria o valor equivalente para caridade.

Ele sorriu pra ela. "É uma ideia maravilhosa."

Ainda havia um presente sob a árvore, mas ela hesitou em entregá-lo, especialmente agora. Ela já estava meio insegura, mas depois do carro o presente parecia mais infantil do que extravagante.

"O que é isso?" ele perguntou, olhando pra ela.

"Eu comprei mais um presente pra você, mas é meio... bobo."

"Eu amo coisa boba", ele insistiu. "Bobo é bom."

Ele olhou curioso enquanto ela arrastava a caixa gigante debaixo da árvore. Enquanto abria o papel, ela engolia nervosamente.

"Lego Estação Espacial", ele leu lentamente.

"Eu só pensei que... Eu sei que você não se divertiu no Natal depois da morte dos seus pais..." -- seus olhos se encheram de lágrimas ao pensamento -- "...e eu pensei que você pode ter sentido falta de um brinquedo assim. Então eu achei que talvez você pudesse deixar o adulto de lado algumas horas e apenas... brincar."

Ele ficou imóvel, sem olhar pra ela, piscando rapidamente para a caixa.

Ela sentiu o coração afundar. Ok, então talvez tenha sido estúpido, muito sentimental e--

Ele cuidadosamente colocou a caixa no chão e a puxou contra ele com tanta força que foi um milagre não ter quebrado alguma coisa. Ela se descobriu nos braços dele, a mão dele em seu cabelo, sendo beijada.

Quando ele finalmente se afastou, seus olhos brilhavam também. "Caso alguém me pergunte algum dia porque exatamente eu te amo, eu vou ter uma lista muito longa, mas isto definitivamente vai estar na lista", ele disse, acariciando o rosto dela ternamente.

Ela sorriu de volta hesitante. "Você gostou?"

"Eu mais do que gostei." Ele a beijou novamente e se levantou para empurrar a mesinha de lado, então se sentou no chão perto da caixa e começou a abri-la. Quando ela não se mexeu do sofá, ele estendeu a mão pra ela. "Você vai brincar também, né?" Ela teve que rir ao tom lamentoso que ele usou.

"Claro." Ela se juntou a ele no chão.

Ele a colocou entre suas pernas e juntos começaram a separar as peças. "Tem instruções na caixa", ela disse.

Ele beijou a lateral de seu pescoço. "Não vamos precisar de instruções."

Ela riu. "Você é tão garoto." Ela sentiu a mão dele subir por baixo de sua blusa. "Tenho certeza que você não vai conseguir montar isso com uma mão só", ela alertou.

"Por isso você tem que ajudar. São duas mãos a mais." Ele correu o nariz por seu cabelo. Depois de um momento ela o sentiu dando risada.

"O que?"

"Meu interior de dez anos está se sentindo convencido por ganhar um presente legal de uma loira que ainda vai ficar e ajudá-lo a montar."

"Sua criança interior é tão fofa que pode até ganhar um beijo também."

*-*-*-*

Eles brincaram por uma hora, mas tiveram que parar para tomar banho e preparar tudo para receber os convidados. Quando o interfone tocou, ela pediu pra ele atender pois ainda não tinha terminado de se arrumar.

Quando ela finalmente apareceu, ainda colocando os brincos, ele estreitou os olhos. Ela estava usando uma calça preta e uma blusa vermelha com listas diagonais vermelhas e brancas.

"Eu amo essa blusa!" Lois exclamou enquanto a abraçava. "Você parece um bastão de doce."

"Obrigada", Chloe disse, olhando sutilmente para Oliver, que estava tentando sem sucesso não sorrir de volta pra ela. Ela claramente tinha vestido a blusa apenas para torturá-lo.

Ela e Oliver serviram as bebidas e direcionaram todos para as bandejas de frutas, muffins e tortas que tinham preparado como tira-gostos. Bart foi o primeiro a esvaziar o prato e ia para o segundo quando viu os Legos, que Chloe e Oliver tinham encostado na parede para não ficar no caminho.

"Ei, Legos! De quem são?"

"Uma Estação Espacial? Legal", Victor disse, juntando-se a ele. Dentro de alguns minutos Oliver estava rodeado de peças novamente, junto com Victor, Bart e Emil. Clark e AC pareceram desinteressados no começo, mas logo estavam no sofá oferecendo sugestões. Até J'onn foi vencido pela curiosidade a ponto de se afastar dos biscoitos de Natal e ele se juntou a Carter, que estava parado com os braços cruzados tentando parecer mais indiferente do que interessado.

As mulheres observavam à distância, levemente perplexas. "Eu não consigo decidir se isso é adorável ou aterrorizante", Dinah declarou, tomando seu coquetel.

"Não pode ser os dois?" Lois ofereceu, tilintando seu copo contra o de Dinah em um brinde distraído. Enquanto eles discutiam e passavam pequenas peças de plástico ao redor, era muito fácil imaginar os homens como versões mais jovens de si mesmos. Lois balançou um pouco a cabeça para clarear a visão.

"Court? Você está muito quieta. O que você acha?" Dinah brincou.

Courtney tomou um gole de seu suco e respondeu um pouco séria. "Eu acho o seguinte: por que a diversão ficou só pra eles?" Ela deu um sorriso travesso e foi se juntar ao grupo.

Dinah deu risada. "Eu realmente gosto dessa garota." Ela saudou Chloe e Lois com o copo e foi até os homens também, sentando-se ao lado de AC.

As duas primas os observaram por um minuto mais. "Tentando compensar um pouco a infância dele, huh?" Lois perguntou baixinho.

"Algo assim", Chloe respondeu. "Eu sei que é idiota, mas..."

Lois balançou a cabeça. "Não. Não é. Olha pra ele. Olha como ele está feliz. Ele precisava disso." O rosto de Oliver estava completamente aberto e indefeso, rindo enquanto ouvia AC e Carter discutir sobre a seção em que trabalhavam juntos. O rosto dele sempre parecia de garoto quando ele estava feliz, mas estava ainda mais evidente hoje. Era tão fácil imaginar aquela criança sozinha e o coração de Chloe ainda doía pelo que o dinheiro da família dele não foi capaz de proporcionar.

Lois passou um braço ao redor do ombro de Chloe e inclinou sua cabeça contra a dela. "É por isso que vocês dois juntos me deixa tão feliz. Vocês realmente entendem um ao outro. Quando eu saía com Ollie? Nunca me ocorreu fazer algo assim pra ele." Chloe sorriu.

"Ok, vamos. Courtney está certa, eles não podem ter toda a diversão."

Chloe se ajoelhou ao lado de Ollie, passando um braço ao redor de sua cintura. Ele se inclinou para sussurrar em seu ouvido.

"Aliás, Srta. Sullivan. Esta blusa? Você vai pagar depois." E esse pagamento envolveria aquela venda de novo, alguns lenços de seda, algo com plumas e muito tempo.

Ela riu. "Promessas, promessas", sussurrou de volta. Ele lhe deu um rápido beijo antes de voltar para a construção.

"Então, vamos construir para esses dois um quarto à prova de som na estação, certo?" Vic falou.

"Ei cara, olha pra cima. Este apartamento está cheio de visco. Diante das circunstâncias eu estou me segurando bem", Oliver protestou.

"Tome nota dos lugares, Smallville", Lois informou seu namorado, os braços ao redor dos ombros dele. Por causa da risada que se seguiu, ninguém além de Courtney notou os olhos de Bart procurando-os no teto e então dando uma olhada pra ela, e ela ficou vermelha e desviou rapidamente, fingindo que não tinha visto.

"Sabe, nós já temos nosso próprio satélite. Quem sabe? Talvez um dia a Watchtower possa ser uma estação espacial", Vic disse pensativo.

AC deu risada. "Vai sonhando, RoboCop." Ele se abaixou enquanto Victor jogava uma pequena peça de plástico nele.

E ao som suave de músicas natalinas, pequenas luzes e risadas, a tarde se passou, o maior super herói do mundo sentado no chão do apartamento de Chloe e Oliver, alegremente brincando com uma caixa de blocos infantis.

____________________________________
PRÓXIMA HISTÓRIA: Eight Conversations

______________________________________________________________________________

12 comentários:

  1. ameiii ..hot e ao mesmo tenpo fofa ...


    emilia

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Hot né, Emília? Que bom que gostou!

      Excluir
  2. AAAAAAAWWWWNNNNNNNNN

    Fantástica essa cena de natal, muito linda mesmo!!!

    E que tremenda véspera de Natal queeeeente pros dois, uhhhhhhhh =9

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Haha, não é Ciça, quem precisa do Dia de Natal depois de uma noite dessas? Mas a Chloe conseguiu deixar o Ollie ainda mais fofo no Natal, rs...

      Excluir
  3. Hooooooooooooooooooot
    A Chloe é muuuuito fofa gente eles sao tão adoráveis <3
    Beijoo
    Jami

    ResponderExcluir
  4. Geente, que foi isso?!!! A cena hot foi simplesmente super hot!!

    E o time reunido para o Natal é incrível, só a Chloe pra saber exatamente como presentear o Oliver, não errou em nenhum do dois! Rsrs

    =DD

    GIL

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Simplesmente Super Hot é o que eu mais gosto, GIL! Que bom que gostou também! O Natal foi muito fofo...

      Excluir
  5. quando vão postar o proximo tó curiosa


    emilia

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Emilia... Assim que conseguir revisar, acredito que esta semana ainda.. é que estamos numa correria, mas o mais breve possível, ok? Beijos.

      Excluir
  6. Já postaram a continuação queria ver como vai ficar

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, a continuação já saiu, arrumei o link do final do capítulo...

      Excluir

Google Analytics Alternative