10.5.14

The New Normal (Parte 4)

SérieIn His Sights
Resumo da Série: Série de histórias pós-Warrior.
TítuloO Novo Normal
Resumo da história: Sequência de The Way Things Are Supposed To Be. Oliver e Chloe aprendem a redefinir seu relacionamento enquanto Oliver se recupera dos danos emocionais e físicos de seu sequestro, e um ambicioso subordinado tenta tomar a Queen Industries. 
Autorafickery
Classificação: NC-17
Spoilers: Salvation
Nota: tradução sugerida pela Ciça e pela Sam.


Histórias anteriores:
The Way Things Are Supposed To Be (parte 1) (parte 2) (parte 3)
The New Normal (parte 1) (parte 2) (parte 3)


Victor ficou surpreso ao vê-la no dia seguinte na Watchtower, mas a recebeu de bom grado, atualizando-a sobre as mudanças que ele tinha feito nos protocolos de segurança, a situação das operações do time, os projetos monitorados. "Você fez um excelente trabalho aqui, Vic. Obrigada."

"Sem problema", ele hesitou. "Então... Ollie está melhor, huh?"

"Sim. Ele está melhor." Ela não olhou pra cima novamente, mesmo quando ele parou para observá-la por um longo momento antes de sair. Ele decidiu fazer uma parada antes de passar em casa.

Ollie mandou mensagem e e-mail algumas vezes nos dias seguintes, apenas o suficiente para fazê-la pensar que ele não estava muito chateado com ela. No dia seguinte ele ligou. "Então, eu estava pensando. Agora que somos públicos, e meu retorno é público, e os burburinhos parecem ter diminuído um pouco, que tal sairmos? Um verdadeiro e público jantar em um restaurante?"

"Sério?" ela disse, satisfeita. "Eu adoraria."

"Pego você na Watchtower às sete amanhã? Podemos ir direto." Ele estava olhando para o post-it em forma de coração que encontrou em seu monitor naquela manhã. Ele não sabia se ela mesma o tinha colocado ali ou pedido ajuda de sua assistente, mas realmente não importava. De qualquer forma a mensagem era clara: Eu te amo.

Ele apareceu na Watchtower na noite seguinte pouco antes das sete e entrou pelas portas duplas olhando pra ela. "Bem a tempo", ela disse, descendo as escadas. Ele olhou pra cima e sua libido instantaneamente tomou conta, sua virilha apertando. Ela usava um vestido pêssego, com algumas alças finas e a saia terminava bem acima dos joelhos, combinando com os saltos nude.

"Merda", ele murmurou. Ela parou pouco antes de chegar ao fim da escada.

"Se você falar alguma coisa do vestido que eu estou usando, o encontro está cancelado", ela alertou.

Diga o quanto ela está maravilhosa, seu idiota. Ao invés, ele falou, "É pior do que a roupa de bibliotecária sensual."

"Ollie..." ela disse incrédula. "Desde quando você tem um gosto tão conservador com as roupas femininas?"

"Desde que comecei a namorar uma mulher maravilhosa pela qual não quero ver ninguém babando", ele resmungou.

Ela ergueu uma sobrancelha. "Deixando de lado a questão de se eu pertenço ou não a tal categoria, você namorou mais celebridades, rainhas de beleza e modelos do que eu posso contar. Eu tenho certeza que todas foram babadas enquanto eram fotografadas."

Ele deu de ombros. "Elas eram apenas decoração de braço, mulheres-troféu. Elas estavam ali especificamente para serem olhadas. Você..."

"Eu o quê?" ela disse, certa de que ele ia dizer algo involuntariamente ofensivo pelo jeito que começou a comparação, do tipo Você é uma pessoa de verdade ou Você tem personalidade.

Seria provavelmente a coisa mais idiota que ele poderia dizer, quando ela ainda não tinha se comprometido a ir morar com ele, mas ele não podia evitar. Aproximando-se do degrau abaixo dela, ele correu as mãos pela parte posterior de suas coxas, sussurrando em seu ouvido. "Você é minha."

Sentindo os joelhos fraquejarem, ela fechou os olhos momentaneamente. E estava realmente muito quente ali, ou era ela?

Ela olhou pra ele. "Ninguém vai ficar olhando pra mim", ela disse levemente. "Todo mundo estará olhando pra você." Ela ajustou suas lapelas. "Você está muito bem para um cara que se arrebentou no Himalaia há algumas semanas."

No restaurante, eles foram logo levados a uma mesa para dois. Enquanto o sommelier abria o vinho que tinham pedido, ele correu círculos nas palmas das mãos dela, brincando com seus dedos. Ela estava alerta do calor agora acumulando-se em áreas bem específicas. Ele sabia o que estava fazendo com ela?

Enquanto comiam suas saladas, Ollie disse casualmente. "Por falar nisso, você está convidada para uma recepção que vou promover no escritório semana que vem para apresentar meu novo Chefe de Operações." Ele sorriu pra ela, levando uma garfada de alface a boca e mastigando.

Ela parou, seu próprio garfo a meio caminho de sua boca. "E?"

"Oh, você queria saber quem...?"

"Ollie." Ela o chutou levemente por baixo da mesa. "Desembucha."

Ele engoliu. "Jack Purcell, que administra o escritório do Japão quer se aposentar em dois anos. Ele gostaria de encerrar a carreira na QI de Metrópolis enquanto prepara seu sucessor: meu novo Vice-Presidente David Drummond."

Ela descansou o queixo na mão e sorriu pra ele. "Ollie, isso é brilhante. Prático, criativo... é por isso que você é um excelente chefe." Ele entrelaçou os dedos nos dela, aquecido por sua admiração. Se pudessem encontrar uma maneira de engarrafar a sensação, ninguém mais usaria drogas.

Depois do jantar ele a levou para o salão de um hotel que tocava jazz. O salão tinha saída para um terraço que dava uma visão de 360º do horizonte da cidade. Ela levou até um canto tranquilo e a tomou nos braços. "Dança comigo", ele murmurou. Ela o permitiu puxá-la mais perto enquanto eram rodeados pela música e o clima de verão.

Ele tinha a mão firme nas costas dela, pressionando-a contra ele. Sua outra mão segurava a dela contra o coração. Ela subiu a mão livre até o pescoço dele. Enquanto uma canção era seguida de outra, ela olhou pra cima, encontrando seu olhar, e ficou hipnotizada. Os sons dos copos tilintando e das pessoas conversando e rindo ao redor deles desapareceu, emudeceram, se distanciaram. Tudo que ele sentia, tudo que ele queria dar a ela e pedir a ela, tudo que ele queria dizer, estava ali em seus olhos. Ela não sabia o que os seus diziam em resposta, mas não tinha força para desviar o olhar. Era a conversa mais íntima que já tiveram.

Ela não tinha certeza de quanto tempo se olharam. Seu coração acelerado e a respiração difícil. Sua mão presa no cabelo dele, a dele em seu quadril. Finalmente ele falou. "Você quer ir embora?" Ela assentiu, trêmula.

Na limusine, eles se sentaram perto, se tocando. Ela observou-o correr o dedo por sua coxa, subindo a saia de seu vestido enquanto seguia para norte. Ele deslizou a mão entre suas pernas e acariciou seu monte gentilmente. Um pequeno, indistinto som a escapou. Ele deixou seus dedos deslizarem mais fundo, apenas para respirar secamente, olhando pra ela surpreso. "Você está molhada assim... de dançar?"

Ela cansara de ficar envergonhada. "Não quero aumentar seu ego, mas fico assim só de tocar você, de estar na mesma sala que você."

"Deus. Chloe." Ele emaranhou a mão no cabelo dela, inclinou-se para a frente e a beijou desesperadamente, sua boca devorando a dela. Ele a puxou para seu colo, as costas para ele. Fazendo-a abrir as pernas com as dele, deslizou a mão por baixo da seda que ela usava e a acariciou lentamente, seu polegar provocando o clitóris. Ela arfou, a cabeça caindo contra seu ombro. Enquanto isso sua outra mão levemente provocou o mamilo através do fino tecido do vestido e deslizou dois dedos dentro dela, bombeando gentilmente.

Oh, Deus, as mãos dele. Ela tinha esquecido o que podiam fazer por ela. Choramingando, ela subiu os quadris, cavalgando seus dedos. Ele começou a beijar seu pescoço. Ela estava tentando não fazer barulho, seus dedos afundando-se nas coxas dele. "Mais", ela arfou. Ele afundou mais os dedos, e aumentou a velocidade. Ele lambeu e mordiscou a lateral de seu pescoço e ela gozou sem aviso, apertando os dedos dele, sua respiração alta e entrecortada.

Ela desabou contra ele. "Ollie." Ela estendeu a mão por trás e agarrou a nuca dele, puxando-o para um beijo.

"Eu não achei que o primeiro orgasmo que fosse te dar depois de voltar seria no banco traseiro da limusine", ele murmurou contra seus lábios.

"Eu estou reclamando?" Ela subiu as pernas e se virou pra ele, aconchegando-se ali. "Quanto tempo... até voltarmos... para sua casa?" ela sussurrou entre beijos.

"Não o suficiente", ele disse. "Ou... muito, dependendo do seu ponto de vista. Só pra você saber", ele disse em seu ouvido. "Emil me liberou para atividades."

Isso a trouxe de volta ao estado normal. Ela se afastou. "O QUÊ? Ele enlouqueceu? De jeito nenhum você está pronto para sair e..."

"Chloe", ele interrompeu. "Não esse tipo de atividade."

Ela compreendeu. "Oh", ela disse. "OH."

"Sim."

De repente tudo pareceu engraçado. "Que eufemismo ele usou, ou você?" ela disse, tentando manter uma expressão séria.

"Não lembro", Ollie murmurou, acrescentando relutante. "Na verdade, ele disse atividades leves. Nada muito atlético." Ele mordeu a parte interior do lábio.

Eles ficaram se olhando. "O que... isso significa?" ela perguntou, sentindo um ataque de risada a seguir.

Ele balançou a cabeça. "Eu não... nada de bungee jumping? Nada de andar a cavalo? Nada de usar um trapézio sexual? EU NÃO SEI."

Ela começou a rir silenciosamente. "Você não pediu para ele esclarecer?"

"Deus, não", ele disse, horrorizado. "Pergunta VOCÊ."

Ela se dobrou, rindo alto agora, e ele se rendeu também. "Você consegue imaginar...? A cara do Emil?"

Eles se abraçaram, gargalhando. Toda vez que começavam a parar, faziam contato visual e recomeçavam. Depois de alguns minutos, Ollie finalmente conseguiu parar, enxugando os olhos. "Céus. Eu precisava disso."

Ela ainda ria, sentada no colo dele, brilhando e relaxada. O sorriso dele sumiu, ele olhou para os lábios dela por um longo momento e então dentro de seus olhos, trazendo-a até ele, dando um beijo que rapidamente os esquentou.

"Mmmm", ela murmurou, pressionando-se perto dele, emaranhando os dedos em seu cabelo. Ele correu as mãos pelas costas dela.

"Senhor? Chegamos", veio a voz do motorista pelo interfone.

*-*-*-*

Enquanto subiam até a cobertura, ele se apoiou na parede oposta. "Não me toque", ele avisou. "Ou não vamos aguentar esperar o elevador chegar." Ele odiava admitir, no entanto, que olhar pra ela - vermelha, cabelo bagunçado, ainda respirando rápido - de fato, ainda mais bonita do que na limusine - estava lhe causando o mesmo efeito.

De alguma maneira eles conseguiram chegar até o quarto, ele tirou o casaco e ela os sapatos. Ela o ajudou a tirar a camisa e foi para a calça. "Não", ele disse, inclinando-a na cama, ajoelhando-se entre as pernas dela e a puxando pra ele em um movimento, arrancando sua calcinha molhada.

A boca dele estava nela antes que ela percebesse o que estava acontecendo, lambendo seu doce mel, devorando-a, glorificando-a a cada arfada, cada choramingo, cada gemido que conseguia arrancar. Acrescentando seus dedos, ele logo a tinha arqueando, gritando enquanto gozava novamente.

Depois ela estava muito sensível para se mexer, então ele a pegou no colo e a deixou no meio da cama antes de tirar a calça. Ele cuidadosamente tirou o vestido dela e então o jogou no chão. "Bem, isso responde a pergunta", ele disse, deslizando em cima dela.

"Hmmm?" ela conseguiu dizer.

"Que por mais que o vestido tenha ficado maravilhoso em você, ele realmente fica melhor no chão ao lado da minha cama." Ela riu.

Ele se ajeitou alegremente em seus seios, acariciando-os por um longo tempo com seus dedos, lábios, língua, chupando-os, até ela estar se contorcendo e puxando seu cabelo. "Ollie, por favor."

Ele subiu e a beijou, lentamente. Ele tinha certeza que nunca esteve tão duro antes em toda sua vida, mas ele não tinha pressa - queria que a espera tivesse valido à pena. "Eu preciso de você dentro de mim", ela sussurrou.

Os dois gemeram enquanto ele deslizava para dentro de seu calor. "Deus, Chloe. Você é uma delícia." Apesar da umidade, ela estava apertada, um lembrete - como se ele precisasse de um - de quanto tempo tinha sido pra eles. Ele começou a se mover lentamente, tentando dar a ela tempo para se acostumar. Ela não pareceu precisar, gemendo sob ele, choramingando. Ele não ia demorar muito se ela continuasse fazendo aquilo.

Ele tomou sua boca de novo, afundando sua língua. Ela fez um som profundo na garganta, batendo os quadris nos dele. Ele tentou ir mais devagar, mas ela não deixou. Como ele podia ter esquecido o quanto ela era quente, responsiva, e o quanto o enlouquecia? Ela estava fazendo todos os pequenos barulhos dos quais ele se lembrava tão bem, os sons que sempre sinalizavam que ela estava se aproximando do clímax.

Ele segurou sua bunda e angulou os quadris, se batendo mais fundo dentro dela. "Oh Deus, Ollie. Porra." Ele perdeu a cabeça, se jogando dentro dela enquanto ela gritava e se contorcia, cravando as unhas em seus ombros, as pernas envolvendo sua cintura. Ele gozou apenas momentos depois dela, suando e tremendo, os músculos internos dela ainda o ordenhando. Ele desabou, metade sobre ela, metade sobre a cama, resfolegando.

Enquanto sua respiração gradualmente se acalmava, ele acariciou gentilmente sua coxa e beijou seu ombro. Um som abafado a escapou e ele olhou pra ela, então olhou de novo. Ela estava chorando.

"Chloe. Querida, o que foi?"

"Eu só... quando você estava desaparecido... achei que nunca... achei que você..." Ela estava tentando segurar os soluços.

Oh, Chloe. Sentindo seus próprios olhos ficando úmidos, ele passou os braços ao redor dela. "Eu sei. Eu sei. Eu também. Shhhh. Está tudo bem." Ele correu o rosto pelo cabelo dela.

A respiração dela acelerou e ela cobriu a boca tentando fisicamente segurar as emoções. "Desculpe. Eu não sabia que ia ficar assim. Estou muito emotiva hoje, não é? Você deve achar que estou louca."

"Sim, o cara com pesadelos vai te chamar de louca", ele disse. "Chloe, depois do que passamos, acho que você tem o direito de reagir assim na primeira vez que transamos."

Ela estava olhando para o teto, tentando controlar sua respiração, tentando se recompor. "Isso é TÃO não-sensual."

"Ei." Ele gentilmente inclinou o rosto dela em sua direção. "Estar nu com a mulher que amo pela primeira vez em dois meses - sabendo que ela me ama, e confia em mim o suficiente para estar emocionalmente vulnerável - exatamente que parte você pensa que eu não acho sensual?"

Ela olhou pra ele, fungando um pouco. "Viu, por isso que eu te amo", ela disse, num tom de voz que sugeria acusação. "Porque você diz coisas assim."

Ele sorriu, acariciando sua bochecha com o polegar. "Esta é a única razão?"

Ela enxugou os olhos. "Bem. Três orgasmos em menos de uma hora também não foi ruim. Lembra aquela noite em que eu disse que você compensaria quando estivesse melhor? Missão cumprida."

Ele ergueu uma sobrancelha. "Espero que você não ache que a noite já terminou. Minha estamina pode não estar de volta ao normal ainda, mas" - ele baixou a voz - "você não faz ideia de quantas coisas em planejo fazer com você."

Com qualquer outro homem aquilo soaria pretensioso, mas com Ollie era mais uma ameaça - ou uma promessa. Ela relaxou contra os travesseiros, o brilho em seus olhos não mais escondido pelas lágrimas. "Me mostre."

*-*-*-*

Mais tarde naquela noite, enquanto se recuperavam da execução das mais criativas ideias de Ollie, ela perguntou sonolenta. "Como está o charme agora?"

"Bem, graças a você, recuperei dois pilares do meu charme. Infelizmente o último depende somente de mim." Ele se deitou de lado e olhou sério. "Vai ser difícil pra você quando eu vestir o uniforme de novo, não vai?"

"Ollie, eu me preocupo com você toda vez que você sai. Sempre. Quer dizer, sim, claro que vou ficar muito nervosa. Mas também vou te incentivar. Porque você é excelente no que faz, e você ajuda as pessoas, e você tem que acreditar que eu sou a maior fã do Arqueiro Verde."

"Viu, por isso que eu te amo", ele disse num tom leve. "Porque você diz coisas assim."

Ela sorriu. "Esta é a única razão?"

Ele se inclinou e a beijou. "Nem de longe."

*-*-*-*

Na manhã seguinte ela foi embora depois do café, beijando-o. Ele duvidava que ela fosse deixá-lo, mas se enganou. Você é como um garotinho que não ganhou um brinquedo. Sexo com a Chloe É o prêmio, você não precisa de uma estrela também. Engraçado como ele tinha se acostumado a ser condicionado. Skinner ficaria feliz.

Algumas horas depois ele viu que tinha um novo e-mail dela. Ele abriu para descobrir que ela havia lhe mandado um ridículo coração dançante. Isso o fez dar risada, mas ele ficou observando por alguns minutos antes de fechar a mensagem. Ele pegou o telefone e reconsiderou, o devolveu à mesa e o pegou novamente, ligando para a floricultura que havia em sua agenda.

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PRÓXIMA HISTÓRIA: The New Normal (parte 5)
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10 comentários:

  1. hot adorei ....
    ( ' 'não me toque'' ) (ou não vamos aguentar esperar o elevador chegar'') o oliver é muito perfeito ....
    chloe sua sortuda...

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    1. Passa um pouco dessa sorte, aí, Chloe... Não é, Emilia? rs... Amanhã posto o próximo...

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  2. Ai, ai, ai... Valeu muito por este capítulo, Angie... Que homem, meu Deus!

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  3. Hoooooooooooooot
    Chloe sempre sortudo né com homem desse no braço amei a atualização! Imaginei direitinho o Ollie abrindo o email do coração dançante hahaha fofos <3
    Jami

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    1. Haha... Toda essa fofura é a cara deles, né, Jami?

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  4. Uhhhhhh, que maravilha de recomeço...

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    1. Quem não queria esse recomeço né, Ciça?

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  5. Ah, esses dois! É mita perfeição!! =DD

    GIL

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