17.7.14

Nothing Remained But Your Eyes (5/8)

Título: Nada Restou Além Dos Seus Olhos
Resumo: No final de sua vida, Oliver Queen pede à mais poderosa feiticeira do universo que lhe conceda um desejo. Agora ele tem uma nova chance de viver o que perdeu uma vez.
Autora: tennysonslady
Classificação: NC-17
Nota da Autora: Um dos meus poetas favoritos é Neruda, e muitas das minhas histórias foram escritas ancoradas em versos dos poemas de Neruda. Cada parte desta história que eu quero contar é ancorada pelo Soneto XC dos Cem Sonetos de Amor.
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Somente sua clareza me traz de volta dos sonhos,
Somente seu amor, onde a escuridão do mundo desaparece.

Os braços dele estavam cheios dela e Oliver deu um passo para trás e permitiu que a porta se fechasse atrás dela. Ainda brilhava lá fora, então Oliver apertou os braços dela e se afastou para fechar as cortinas. Ao fundo ele ouviu seu telefone tocar. Oliver detestava ter que quebrar o clima que os rodeava. Se não respondesse, sua segurança entraria. Um olhar a Chloe o convenceu.

Oliver apertou o botão do interfone e assegurou que ninguém invadisse o mundo que a presença dela imediatamente criou.

A garota -- esta estranha -- Chloe --

Ele lambeu os lábios e então ouviu sua própria voz, tão grave que quase soou estranha. "Você está ensopada." O que quer que a tivesse possuído para fazê-la correr pela chuva e ir direto até seu escritório, como ela sabia como chegar lá quando tudo que sabiam um do outro eram os nomes---

Ele agradeceu sua fama, pelo menos tinha servido para encontrar Chloe em sua porta. Oliver se virou e pegou uma toalha seca em seu banheiro particular e entregou a ela. Ela olhou para cima e por um momento pareceu intrigada. Era uma toalha. Mas ele não podia culpá-la. Ele estava em estado de perpétua confusão ultimamente. 

Então ele lhe ofereceu a mão, e ela pegou.

E por um segundo havia luzes douradas ao redor enquanto a sala se transformava numa rua e estava escuro. E só então, surgiu o sorriso brilhante dela, o cabelo brilhando ao redor de sua cabeça, e o sangue correndo por seu corpo.

"Tome cuidado, Ollie. Ou vou começar a pensar que você está se apaixonando por mim."

O ar deixou seu corpo de uma vez. Lentamente seus olhos se ajustaram, e eles estavam de volta, bem ali no escritório dele, e ele segurou a mão dela ternamente.  Enquanto ele voltava, ele se permitiu ficar parado. Oliver relutantemente afastou a mão e então com a toalha enxugou as laterais do rosto dela, seu pescoço, até lentamente vê-la voltar de onde quer que estivesse, também perdida em pensamentos.

Ele se perguntou se era uma rua estranhamente familiar, a alguns quarteirões de seu prédio, a segundos do café que ele frequentava desde que se mudara para Metrópolis. 

"Como?" ele perguntou. Chloe pegou a toalha. Gotas de água rolaram de seu cabelo, fazendo um caminho por seu pescoço. Oliver observou as gotas ficarem penduradas em seu queixo e caírem pesadamente em sua blusa. Mais tarde ele encontraria um jeito de encontrar roupas secas para ela. Mas agora-- "Você disse que vou destruir você." Era impossível, mas o medo no rosto dela era real. "Como?"

E ela fechou os olhos. Oliver viu os cílios molhados tremerem brevemente enquanto ela fechava os olhos com força.

Ela viu sua morte, bem ali, quando seus lábios se partiram e ela arfou suavemente, quando o ar ficou preso em sua garganta? Ele estendeu a mão e tirou a água na base de sua garganta, então disse, "Diga-me como, porque machucar você é a última coisa que eu gostaria de fazer."

E então ela abriu os olhos, e eles estavam tão perto enquanto ele se inclinava sobre ela. Ela partiu os lábios e eles brilharam sob a luz do escritório, e tudo que ele podia se lembrar era do olhar no rosto dela enquanto era provocada pela lembrança, os dois parados sob a luz da rua e ele segurava sua mão.

Ele ouviu o som abafado quando a toalha molhada caiu a seus pés. Ele sentiu os dedos dela, incertos no começo, então mais confiantes quando ela segurou sua cabeça e o puxou para um beijo. Oliver inclinou seus lábios contra os dela. 

O que não era estranho, ele pensou, isso ser tão natural quando aquelas palavras o assombravam.

Ela arfou contra sua boca, e então seu outro braço dela envolveu o pescoço dele. Ela pressionou o corpo contra ele e ele se sentiu apertar em resposta. Vinte e quatro horas. Nem isso. Ele não conhecia Chloe há mais do que um dia, mas ela era familiar como uma vida inteira. Ele colocou as mãos na cintura dela e então, como se fosse impulsionado por saber a sensação que ela tinha no estômago, Oliver navegou cegamente pelo chão até tê-la pressionada contra as persianas das janelas de vidro.

As persianas bateram atrás dela. Oliver sentiu o calor do corpo dela apesar das roupas molhadas, gemendo ao sentir o calor aumentar quando ela partiu as pernas. Ela agarrou o casaco dele, empurrou seu corpo contra o dele e o beijou tão intensamente que ele pensou que ela fosse levar todo seu ar embora.

Ele segurou seu rosto.

Congelou.

Lentamente ele levantou a cabeça e olhou para ela. Ele andava tão perdido, e ela também. Ela olhou para cima e ele olhou para ela, sabendo que o que molhava o rosto dela agora não era mais a chuva.

A voz que saiu de seu peito era rouca, e por um momento ele invejou o horror da imaginação dela, dos sonhos que ela tinha, ou o que quer que havia na cabeça dela que a assustava tanto em relação a ele. Talvez se ele pudesse dar uma olhada, ele tivesse controle. "Eu sinto muito", ele disse. Mas ele precisava saber, precisava tomar a situação nas mãos. Porque embora o universo inteiro conspirasse contra eles, ela era seu propósito.

Oliver Queen não fugiu das ruínas antigas e maldições, não desistiu ante a dor de perder seus pais e tomar o reino de bilhões muito jovem. Oliver Queen tinha encarado muita coisa, obstáculos suficientes para mais de uma vida. 

Por alguma razão, o intrigava que este fosse o mais importante desafio de todos.

Ela balançou a cabeça, fazendo-o ficar mais perto, apoiando-se em seus braços. 

"O que eu fiz?" ele perguntou. E então, enquanto o medo tomava conta de sua garganta, ele perguntou em seguida, "O que você vê?"

Mas ela lambeu os lábios, e só o gesto mandou um arrepio por sua espinha. Ela era uma estranha e cada pequena coisa parecia familiar, como se fosse parte do que ele respirava, a batida involuntária de seu coração. "Você vai achar que eu sou louca."

"Talvez você seja", Oliver respondeu pensativo. "Eu tenho certeza que eu sou. No momento em que te vi ontem eu soube o que sentia, quão rapidamente eu senti, a intensidade -- era loucura." E então seu polegar correu pelo lábio inferior dela. "Eu deduzi que se eu estiver louco e você for uma parte da minha vida, então sanidade é desnecessária." Ele respirou fundo, então percebeu. "Diga-me, Chloe. E então seremos loucos juntos."

Ele podia ver a tempestade naqueles olhos, a confusão, a relutância. E por um breve momento ele pensou que ela fosse tão teimosa como sempre foi, presa naquele lugar em sua cabeça onde ela pensava que poderia mantê-lo em segurança. 

Oliver engoliu seco, descansou a testa contra a dela enquanto lutava com as palavras que ameaçavam escapar de seu peito. Porque Oliver Queen não dizia aquelas palavras. Porque se Oliver Queen as dissesse, seria para sempre. Porque ninguém em sã consciência jamais diria aquilo depois de vinte e quatro horas. 

Mas eles já tinham concordado que estavam longe da sanidade, contanto que ficassem juntos.

"Você é a razão para eu estar aqui, a única razão que eu conheço." Embora ele não soubesse realmente.

Por alguns breves segundos Oliver pensou que ela fosse lhe contar. Os olhos verdes se moveram como se estivessem em conflito e Oliver agarrou o momento e fechou os lábios sobre os dela, respirou fundo e sentiu o cheiro permanente de fuligem e sangue que permeava seus sentidos desde o dia em que nascera. O perfume dela tomou conta enquanto retornava o beijo.

"Eu preciso ir", ela arfou quando finalmente se afastou. Ela manteve os olhos no chão, e Oliver inclinou seu queixo. 

"Eu não posso evitar o que te assusta se você não me disser."

"Eu não conheço você."

Suavemente, ele rejeitou a ideia. "Isso é mentira. Você sabe que é mentira." E então disse a ela. "Se você sente o que eu sinto, então você sabe que você não conhece ninguém no mundo tão bem como você me conhece."

Ela deu um passo para trás, afastando-se cada vez mais dele, e Oliver não queria nada mais do que encurtar a distância entre eles. Ele respirou fundo. Uma tomada de ar de cada vez e ele ganharia compreensão, paciência ele perdia enquanto lentamente parecia perdê-la.

"Se eu te contar -- se você se lembrar --" Ela fechou os olhos brevemente, e a visão mandou a ela um arrepio gelado pela espinha, e ele percebeu que odiava a visão dos olhos dela fechados. Ela parecia com a morte. Era uma visão que o deixava imóvel. E então seus olhos se abriram e Oliver queimou os olhos verdes em seu cérebro. "Quanto mais lembranças tivermos, mais vai acontecer de novo. Foi o que ela disse."

Ela. 

"Quem?" ele exigiu. 

Havia uma mulher com quem ele a tinha visto conversar, uma outra alma que ele conhecia. Aquela repórter. Chloe e aquela repórter -- Lois Lane -- falando intensamente no museu. Ele fez uma nota de procurar Lane.

Até o nome que o atingiu o deixar gelado e sem fala. 

"Zatanna."

A expressão dele se suavizou, e o dia em que Zatanna entrou em sua vida há mais de um ano atrás voltou a sua mente. Aquela noite impossível quando a linda mulher entrou em sua vida, sem preâmbulos, oferecendo-lhe sua casa. "Zatanna", ele repetiu baixinho.

Mas ela disse mais do que queria, mais do que sabia que podia. As mãos de Oliver agarraram suas laterais, impedindo-se de ir atrás dela. Desolado no centro do escritório, Oliver observou enquanto ela fechava a porta ao sair. 

Ele parou por um segundo. Dois.

Chloe tinha saído de sua vida, duas vezes agora. Oliver não era homem de ficar sentado e esperar. Ele pegou a toalha do chão e a jogou sobre o sofá. Então foi até onde havia deixado seu casaco e o vestiu. Sem pensar no que deixou para trás, Oliver saiu e pegou o elevador até o saguão, vendo-a sair apressada do prédio. O carro esperava por ele, parado no estacionamento.

"Siga aquele táxi", ele instruiu o motorista.

Menos de dez minutos depois eles paravam do lado de fora de um prédio que ele havia admirado muitas vezes até descobrir que pertencia a Lex Luthor. Oliver se recostou e observou Chloe entrar no prédio furtivamente. Oliver se inclinou para a frente quando um conversível familiar parou na frente do prédio. Ele sabia que Lex a conhecia, mas de repente a aparição de Lex Luthor naquele momento mandou sinos de alerta à sua mente. Lex saiu do carro e entrou pela mesma porta que Chloe. 

Oliver saiu do carro. Ele não tinha razão para estar ali, mas ainda assim atravessou a rua na direção do prédio com aqueles vitrais dos quais tinha imaginado ter voado através.

Ele tinha toda a intenção de segui-los até ser parado por um rosto vagamente familiar. Oliver se virou na direção do homem que estava parado a alguns passos dele. O homem estivera no museu com Lane, e olhava tão atentamente para ele que era impossível não questionar. "Eu conheço você?"

Lentamente, o homem assentiu, o olhar intrigado correndo-o dos pés à cabeça. "Ou talvez você não conheça. Meu nome é Clark Kent. Eu vim conversar com você."

Se ele quisesse conversar teria ido a Torre Queen. Era óbvio que era só uma reflexão, ou o homem era rápido -- estranhamente até. "Eu tenho que fazer uma coisa. Você precisa marcar um horário. Eu tenho uma secretária."

Oliver se virou e continuou em direção ao prédio. E então ele ouviu, "Nos últimos meses eu tive algumas revelações que me surpreenderam."

Oliver parou brevemente, então olhou de volta para Clark. "Não vejo como isso diz respeito a mim."

"Porque eu vi você bem antes de você vir para Metrópolis. Começou um ano atrás."

Um ano atrás foi quando ele revisitou Shadowcrest e encontrou um livro antigo. Ele se virou e caminhou na direção de Clark. "Um ano atrás? Eu estou em Metrópolis há alguns meses, Sr. Kent. Por que você está vindo até mim só agora?"

Clark apertou os lábios, então olhou para os vitrais que Oliver adorava. "Porque só agora eu comecei a entender." Ele parou. "Ontem a noite."

O museu -- quando o mundo parou e ficou cinza, quando tudo desapareceu e o único som era o coração dela batendo.

"Minha noiva e eu fomos trazidos para cá ano passado, e tínhamos uma história e uma vida. Mas eu sempre soube que eu já tinha tudo que precisava", Clark explicou. Ele franziu a testa. "E estamos presos aqui, onde não deveríamos estar."

Lane. Kent era parceiro de Lane. Lane era a única que parecia saber tanto sobre Chloe. "Onde está Lois Lane?"

"Ela se foi. Ela já viu o motivo pelo qual estava aqui", respondeu o outro homem. "E esta é a única razão para eu vir diretamente até você. Eu preciso tirá-lo daqui, mas eu não posso."

"Eu não posso te ajudar com isso." Ele tinha seus próprios problemas. Em outra vida, ele pensou, ele teria deixado seus objetivos de lado e parado para ouvir. Mas Oliver tinha seu próprio propósito agora. Ele tinha um único propósito, e ela estava ali naquele prédio com um homem que era no mínimo amoral. "Siga sua noiva."

"Eu não terminei", Clark respondeu.

E ao ouvir aquelas simples palavras, o mundo ao seu redor esquentou, como se ele estivesse em uma fornalha ou no inferno. O peito de Oliver ficou apertado, ele precisava do ar que não conseguia puxar, mesmo ali num lugar aberto. 

"O que você quer dizer?" ele arfou. 

Havia um peso de arrependimento nos olhos do homem, o peso do mundo em seus ombros. Oliver viu a postura confiante desabar com a pergunta. E então Clark Kent respondeu, "Quando você me chamou e eu não pude ir. E este foi o maior arrependimento da minha vida."

Quando Clark segurou seu ombro, o primeiro instinto de Oliver foi de se afastar. Ele não o fez, e a mão de Clark apertou seu ombro.

"Eu vou me redimir por isso, Oliver."

E então, em sua cabeça, Oliver estava segurando o universo em seus braços, implorando e fazendo promessas, e tudo que ele podia sentir era o cheiro de sangue e fumaça e um pouco de Chloe. Sua garganta estava rouca quando gritou um nome. Clark. Era o nome dele. Ele gritou até sua garganta arder e engasgou com a própria língua quando sua garganta inchou. Ele gritou e chorou e chamou a única pessoa que podia salvá-los -- que podia salvá-la. 

"Você vai esquecer de mim."

"Nunca."

"A verdade é, você vai se apaixonar um dia e vai construir uma vida, Ollie."

"Não significa que vou esquecer você."

Quando Oliver retornou aos seus sentidos e a imagem de Clark surgiu em sua frente novamente, a expressão do outro homem era de preocupação e incerteza. "Você acreditaria se eu dissesse que nos conhecemos?"

Sem pensar, Oliver respondeu, "Sim."

"Como se fôssemos irmãos, Oliver."

"O suficiente para confiar que você a salvaria." E então Oliver franziu a testa. "Mas você não a salvou."
"É por isso que estou aqui", Clark admitiu. "Não importa quantas vidas eu tenha salvo. Um milhão de pessoas nunca vai me redimir por ter falhado com meus melhores amigos."

Oliver não conhecia este homem além da conversa que estavam tendo, não poderia dizer se era mentira. Mas então subconscientemente ele segurou o cotovelo de Clark Kent e disse, "Um milhão de vida é mais do que suficiente para redimi-lo."

Clark Kent respondeu com uma risada abafada, então balançou a cabeça. "Você nunca me perdoou até o dia da sua morte. Não de verdade." Ele olhou para cima. "Eu também não."

Enquanto isso, acima dos dois, Lex abria as portas da Watchtower e encontrava Chloe olhando pelos vitrais, admirando o horizonte. Ele disse seu nome, e ela se virou apenas um pouco, seu rosto escondido na sombra da silhueta.

"Eu chamei os investidores da LuthorCorp para a grande revelação de amanhã", ele disse enquanto adentrava a sala. "O FBI estará disfarçado na reunião. Vamos derrubá-lo, Chloe."

Suas bochechas estavam marcadas, então ela rapidamente enxugou as lágrimas. Quando olhou de volta eles seus estavam vermelhos das lágrimas. Ele foi até ela e Chloe colocou as mãos em seu peito. Ela prendeu a respiração, apenas sentindo por um momento. E então ela deitou o ouvido no coração dele e ouviu, sabendo que a batida era diferente, estranha. 

"Amanhã", ela concordou. 

"Está pronta para me contar?" veio a pergunta distante e fria.

"Você tem que me prometer que não machucá-lo de nenhuma maneira, Lex." Ele estreitou os olhos. Ela travou a mandíbula e ergueu o queixo em desafio. Relutantemente, Lex assentiu. "Acho que estou apaixonada por ele."

"Queen", ele disse novamente, como tinha dito uma dúzia de vezes no dia anterior, e ela negou todas as vezes. Desta vez ela assentiu. "Você mal o conhece."

"Eu sonho com ele."

Lembranças, Zatanna dissera. Lembranças, não sonhos.

Mas ela não estava preparada para contar a Lex. Não quando ele tinha na frente um caos com seu pai e a empresa e o dia seguinte.

"Como ele te mata, Chloe?" ele sussurrou. "Nestes sonhos, como ele faz?"

Durante muito tempo, ele foi o único em quem ela confiava os segredos sobre Lionel, o único que a protegia da besta. E ele jurou que não machucaria Oliver. Lex mantinha sua palavra. Era a palavra mais difícil de pronunciar, "Flecha." Ela engoliu seco. "Eu fui morta com uma flecha."

E então, foi Lex quem falou. "Eu também."

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11 comentários:

  1. Agora eu estou confusa! Se Lois e Clark não morreram naquela vida eles não poderiam estar nessa? Confuso!

    E agora fico tensa pelo que o Lex vai aprontar.

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    1. Paula, verdade... e nem posso te ajudar porque isso não é esclarecido na história...

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  2. Ai meu coração, ai meu coraçãããããããooooooooo...
    Que encontro mais intenso do Oliver com a Chloe! E o Clark, hein???? Como assim, não salvou a Chloe na outra vida? Até pros 'padrões' dele isso é demais...
    Caramba, não confio no Lex...
    Tá o máximo essa história!!!!

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    1. Que bom que está gostando tanto assim!!!! Ufa, porque fiquei muito em dúvida ao escolher esta fic, então fico realmente aliviada... :D

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  3. Ok! Ao terminar as postagens acho que vou ter que ler tudo de novo... a cada capítulo, quando acho que estou começando a entender, aí vem revelações que só me deixam mais confusa... então o quê? Lois voltou pra casa, Clark já descobriu que a forma pra ele voltar também é a redenção, Oliver e Chloe, bem, sei lá, Oliver disse a Zatanna que queria ela, que queria ser o herói dela, mas não lembro se algum momento a Zatanna fez a mesma pergunta a Chloe... acho que não! Oo

    Mas, aí Clark vem e diz que não deveriam está lá, que são fantasmas da Chloe! Ooook! Hã?!! Não acho que este mundo seja algo como 'vida após a morte', diante de toda a confusão em cérebro, até este momento, acho que está mais pra 'volte ao passado e refaça seu futuro', como a Sofia comentou em um dos capítulos anteriores, recomeçam!! Talvez seja onde a Lois está, seguindo com sua vida de sempre só que sem a mansa de algo do qual sempre quis mudar e que teve o a chance de fazê-lo!

    Mas pode ser bem provável que próxima atualização eu esta mais confusa e mude de ideia... de novo!! Rsrsrs

    GIL

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    1. Queria a Chloe, não a Zatanna! kkkkkk

      GIL

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    2. Não fez, mas como ela está atendendo o pedido dele, a Chloe é o que ele quer, então ela tem que estar aí... mas quando pediu que ela apertasse sua mão, então aí ela deu uma escolha a Chloe... Vamos ver o que ela vai decidir...

      Fantasmas no sentido de que falharam com a Chloe na outra vida e precisam consertar... Também não creio que seja vida após a morte, acho que o termo que ficou confuso, poderia ter sido usado outro, mas tenho certeza que não é fantasma, fantasma...

      Hahaha.. será? Vamos ver o que o próximo capítulo fará com nossas mentes, rs... Aguarde e confie!

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  4. Isso é mais confuso do que eu mesma... mais estou Adorando.. ansiosa pelo capitilo Seis...
    Ass: Juliana

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  5. Estou ficando um pouco confusa. A Lois se lembrou e estava pronta por isso ela "se foi". Agora o Clark tem q se redimir e tem assuntos inacabados. E essa história de estarem onde ñ era pra estatem...

    Isso está parecendo uma mistura de purgatório com aquela realidade virtual de Collateral.

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    1. É verdade, Noelle, falou bem. De fato, onde eles estão, que realidade é esta, não fica claro na história...

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