31.10.12

The Seductress

Especial: Chlollieween   
Título: A Sedutora
Resumo: O que ela mais amava sobre o Halloween é que era uma noite em que ela podia deixar todas as inibições de lado.
Classificação: NC-17
Gênero: Romance




O que ela mais amava sobre o Halloween é que era uma noite em que ela podia deixar todas as inibições de lado. Era feita para ser alguém que você não era, ou no fundo até fosse, e simplesmente fosse incapaz de mostrar para o mundo até então. Assim, no fatídico Halloween, ela se vestiu especificamente com um objetivo em mente. Usando um vestido preto de seda que tinha um grande decote na frente, que se agarrava a suas curvas e se insinuava em torno de suas pernas, ela se pôs de pé em brilhantes sapatos vermelhos que acentuavam o comprimento de suas longas pernas, e envolveu seu cabelo em um lenço vermelho, deixando as pontas dos laços caírem por suas costas nuas. O melhor de tudo, uma máscara de renda preta e vermelha intrincada cobria uma parte de seu rosto, apenas o suficiente para esconder sua identidade. Simplificando, ela estava vestida como uma Sedutora. Não uma vampira ou uma sereia ou uma enfermeira travessa, não. Ela estava saindo hoje à noite com um pensamento em mente, seduzir ele.

Em cada Halloween, Oliver Queen dava a maior festa que alguém poderia pedir. Em uma boate de Metrópolis que muitos eram rejeitados, ele abria as grandes portas e convidava todo mundo que coubesse dentro. Com quatro bares profissionalmente equipados, duas salas VIP, uma pista de dança gigante, um enorme pátio ao ar livre, iluminação e efeitos de luz capazes de envergonhar qualquer produtor de cinema, três DJs, e um concurso de fantasias que era o ponto alto de tudo, ele estava colocando todos dentro da festa este ano. E ela planejava mostrar seu apreço da forma mais interessante.

Ela não se incomodou com a fila, na verdade a satisfação de ser a pessoa que entra sem esperar fez seu peito se apertar com entusiasmo. O segurança olhou para ela e saiu do caminho, ela não pôde evitar um sorriso satisfeito. A música era tão alta que ela mal podia se ouvir pensar, mas aumentava a percepção de tudo. Já seu corpo vibrava com o inevitável. As pessoas estavam em toda parte, vestidas com capricho em tudo o que ela poderia pensar. Zumbis e duendes, bruxas e feiticeiros, sereias e fadas, e então a fantasia mais moderna, tal qual um iPod azul de pé no canto. Ela observou tudo e teria que lhe dar os cumprimentos pela sala, as pessoas certamente estavam deslumbradas.

Examinando a multidão, ela queria identificá-lo. Para capturar seu olhar, não se aproximar dele. Ele viria até ela. Ela ignorou todos aqueles ao seu redor, os olhares maliciosos, o desdém das mulheres. Ela sabia como estava; não era arrogância, mas apenas este lado sensualmente tentador.

A canção retornou e seus lábios tremeram quando Rainy Days de Late Night Alumni’s encheu seus ouvidos. Perfeito. Ela deu um passo para o meio da multidão, fechou os olhos e se deixou levar pela batida gótica. Casais dançando se moviam apenas o bastante para ela se movimentar confortavelmente. Não que ela se importasse; isto não era sobre eles mas sobre ela. Ela e ele. Mãos deslizaram por seus quadris, ela moveu-as sobre seu corpo com lenta precisão, espalhando os dedos através do tecido macio que envolvia seu corpo. Levantando os braços para o ar, ela rebolava de um lado para o outro, a cabeça caindo para trás conforme era embalada pela música. O calor das luzes acima tocou sua pele nua e quanto mais ela estendia as mãos quase podia fingir que não era noite, mas sim dia, e o sol estava vindo em sua direção, caindo em cascata ao redor de seus ombros. Seus quadris balançavam ternamente com a batida, a fenda de seu vestido deslizando até a coxa apenas o suficiente para seduzir.

A Sedutora era tudo menos ignorada.

Olhos observavam, corpos reagiram e queixos caíam à sensualidade que escorria de sua doce forma.

Do outro lado da sala, ele se inclinou contra o bar, um copo de vinho tinto sendo ignorado entre seus dedos. Ele a observava com olhos castanhos em transe, vendo cada giro e balanço de seus quadris como se pudesse senti-la contra ele. A tentação estava demais. Ele baixou o copo para o bar e atravessou a distância da sala com passos determinados. Os outros homens que queriam um pedaço recuaram quando o avistaram. Ele sorriu. Não havia concorrência, então? Se eles não estavam dispostos a tentar, eles não eram dignos dela.

Quando ele se aproximou por trás, ela pareceu sentir sua presença. Ela nem se surpreendeu nem o empurrou; deu uma olhada para ele, sorrindo como se soubesse que seria ele, e então deslizou em seus braços. Costas pressionadas contra a frente dele, ela se encaixava como uma luva. O lenço vermelho que ela usava em torno de seu cabelo e as luzes piscando ao redor refletindo a cor só ajudava. Ela ergueu os braços para trás, envolvendo as mãos atrás do pescoço dele, os dedos acariciando levemente a plumagem de seu cabelo antes de arrastar as unhas para baixo em sua pele. As mãos dele mãos não tinham certeza de onde descansar, em vez disso desfrutavam da viagem para explorar as curvas dela e se deliciar com o tecido macio de seu vestido. O decote era tão baixo que poderia ter sido chamado de indecente, se não fosse pela forma como ela usava. As curvas de seus seios estavam visíveis, apenas o suficiente para que ele sondasse que se encaixam perfeitamente em suas mãos. E ele queria segurá-los, ele queria segurá-la.

Ela inclinou a cabeça para trás, descansando-a em seu ombro e olhou para ele com olhos verdes hipnotizantes que diziam tudo. Mas embora de máscara, ela era completamente bela; cativante em sua sensualidade. Seu corpo se movia como se fosse uma unidade com a música, girando e balançando suavemente como se uma brisa se movesse junto, extraindo suas inibições e medos para longe, deixando apenas esta criatura adorável. Ele podia sentir o calor do corpo dela escoando através de suas roupas e queimando sua pele, com isso veio o bater do seu coração, desejo maciço inundando seu estômago.

As mãos dele deslizaram até os lados dela, alisando o peso suave de seus seios e os dedos roçaram o comprimento de seu pescoço. Ele deslizou uma alça de seda do ombro dela, deixando-a vibrar apenas ligeiramente para baixo de seu braço e inclinou a cabeça para pressionar seus lábios em sua carne desnuda. Ela enterrou a mão em seu cabelo, revirando os quadris para trás contra ele com entusiasmo. Ele provou sua pele pálida, acariciando uma parte levemente com a língua, deixando sua marca ali, como se ele já a possuísse. Alisando o queixo ao longo do ombro dela, ele subiu beijando o pescoço e chupou o lóbulo da orelha dela, sorrindo quando ela puxou seu cabelo, seus olhos se fechando. Mas ela era a sedutora aqui e rapidamente virou o jogo.

Girando em seus braços, ela pressionou as mãos no peito dele, mas não para afastá-lo, não, em vez disso ela saiu de perto, obrigando-o a olhar em vez de tocar. Com os dedos espalhados, ela percorreu o peito dele, durante todo o tempo deixando seu corpo se mover suavemente pela música, olhando para ele com fortes, profundos olhos. Ela abriu sua camisa sem ele perceber, tão absorto ele estava. E, quando as mãos frias deslizaram ao longo de seu torso nu, ele sibilou. Ela baixou as unhas arrastando-as pela lateral dele, curvando os lábios quando ele estremeceu. Rodeando por ele, ela o tentou com o movimento suave de seu corpo, tão sedutora, observando-o o tempo todo, envolvendo-o ainda mais. Ele precisou toda sua força para não estender a mão e agarrá-la, possuir o que ele tanto queria.

Como se estivesse lendo sua mente, os lábios dela se curvaram e ela voltou para o seu espaço. Um puxão no cinto chamou-o contra ela mais uma vez e foi só quando a perna dela deslizou pelo seu lado que lhe foi concedida permissão para tocá-la mais uma vez. Uma mão envolvendo a coxa dela, a outra pressionando a parte baixa de suas costas, ele fez o que desejava.

Ele a beijou.

Ela se obrigou a respirar, sabendo que morrer de falta de ar neste momento só arruinaria tudo. Seu plano havia funcionado melhor do que ela esperava. E quando ele olhou para ela, o ar tão carregado de excitação, ela quase quis esquecer a decência e rasgar o vestido fora. Em vez disso, ela inclinou a cabeça, concedeu sua aprovação e abriu os lábios, quando a boca dele encontrou a sua. Sua língua estava quente, fluindo paixão, encontrando a dela e dançando ao som de uma batida muito menos lenta do que a que seu corpo continuava a balançar. A pressão da mão dele na base de suas costas a fazendo arquear e ela não pôde segurar um pequeno suspiro quando seus quadris se pressionaram tão intimamente que ela podia sentir totalmente sua impressionante ereção através do vestido. Como seria passar o resto da noite ali, em seus braços, se afogando em seu beijo?

Mas não era para ser.

Ela era mais Tentadora do que Sedutora, ela supôs. Visto que se entregar a ele a noite inteira significaria, eventualmente, se revelar. E dada a sua história, isto não seria possível.

Então, em vez disso, ela fez o que tinha que fazer. Ela se separou dele, embora lentamente. Ela mordiscou os lábios e rezou para que nunca esquecesse o gosto dele. Mãos envolveram o rosto dele, polegares acariciando sua mandíbula forte, ela se despediu de um sonho que sabia que não deveria ter. Amigos, parceiros, mas não amantes. Com um último beijo de despedida, ela se afastou, virando e deixando para trás o único homem que ela conhecia melhor do que ela mesma, e vice-versa.

Pouco mais de meia hora depois, ela estava de pé em meio ao caos do que seria sua próxima tarefa, inspecionando os arredores do que ela sempre seria. Sidekick, guru de computador, Torre de Vigia. Não uma mulher, a sedutora que ela pretendia ser esta noite. Quando o relógio soou meia-noite, o Halloween acabou, e como a Cinderela se tornou a irmã indesejada, ela voltou ao seu dever. Seus saltos bateram ao longo do chão e embora ela soubesse que deveria se trocar, imaginou que Oliver estaria ocupado pela maior parte da noite de qualquer maneira. Além disso, se nada mais, sua fantasia a fazia se sentir sexy. Como a mulher dentro dela, a que queria desesperadamente ser solta.

Ela mal ouviu o elevador quando ele chegou, tão envolvida estava com a retirada dos grampos de seu cabelo e deixando o lenço de seda vermelho em sua mesa, parecendo tão fora do comum em comparação com as pastas de arquivos e pilhas de muitas informações.

Foi só quando a mão quente dele tocou sua nuca que ela soube que ele sabia. Dedos longos a circulando, ele a segurou no lugar enquanto se movia para ficar na frente dela. Ela não tinha certeza de como calibrar sua reação quando ele olhou para ela com tanta intensidade. Este não era o homem que ela havia chamado de amigo há muito tempo, nem era o herói para quem ela brincou de ajudante por muitas noites. Este era o mesmo homem que a segurou na pista de dança, que olhou para ela como se ela fosse a mulher mais bonita que ele já tinha visto.

Ele segurou seu rosto, enfiando os dedos em seu cabelo solto, ainda sem dizer nada.

"Ollie..." ela murmurou, nem mesmo sabendo o que dizer.

Desculpe por eu ter me vestido como qualquer uma, seduzido você, e então te deixado esperando... De algum jeito, não parecia bom o suficiente.

Ele balançou a cabeça, sua mandíbula travando. "Você acha que eu não conheceria estes olhos?" Ele levantou uma sobrancelha arrogante.

Sua garganta apertou, seu estômago vibrou; como ela deveria responder a isso?

Aproximando-se, ele inclinou a cabeça dela para trás e corpo a corpo, falou tão perto de sua boca que ela podia sentir seus lábios acariciando os dela com cada palavra. "Há duas razões pelas quais eu não tomei você ali mesmo quando certamente ambos queríamos que eu..." Ele engoliu em seco, tentando recuperar seu raciocínio. "Um, eu não estou disposto a dividir você com ninguém... A última coisa que eu queria é que alguém fosse para casa com a imagem de você inteira em suas cabeças..." Ele lambeu os lábios, um lampejo de ciúme em seus olhos, como se já soubesse que ela seria inesquecível depois de sua façanha.

"E segundo?" ela perguntou, sua voz um sussurro ofegante.

"Segundo..." Ela estremeceu quando a mão livre deslizou por sua espinha e puxou-a contra ele tão apertado que ela sentiu seu comprimento duro pressionado contra ela mais uma vez. "Quando eu estiver dentro de você, eu quero ver o seu rosto..." Os dedos dele traçaram o exterior de sua máscara de renda antes de empurrá-la para cima e para fora do caminho. "Nunca uma máscara qualquer.”

Seu coração estava batendo tão alto em seu peito que ela jurou que ele deveria ser capaz de ouvir. Mas ele não prestou atenção; em vez disso tomou seus lábios mais uma vez. Não houve hesitação, momento incerto, simplesmente a posse ardente. E a mulher, a Torre de Vigia, sua ajudante, eram todas a mesma. Ele segurou sua bunda e a levantou até que suas pernas estivessem envoltas ao redor da cintura. Sua boca, seus olhos, suas mãos a segurando, todas essas eram promessas de que ela iria se sentir tão mulher com ele como nunca se sentiu antes. Finalmente.

Ele já estava tirando o sedutor vestido preto dela, querendo-a tão nua como poderia tê-la. Não era a sedutora que ele queria, não a mulher na máscara, mas quem ele sabia que estava por trás dela.

Chloe Sullivan.

Seda negra agrupada em torno de sua cintura, ela mal conseguia manter os olhos abertos quando ele tomou seu seio na boca, a língua dele rodando e estalando com precisão. Ele cruzou a cobertura e os levou para seu quarto tão rapidamente que ela pensou que pudesse ter apagado por um momento. Deitando-a sobre a cama, ele puxou o vestido o resto do caminho e o jogou no chão. Ele ergueu uma sobrancelha pra ela pela sua óbvia negligência em usar roupas íntimas, mas não pareceu se importar enquanto rapidamente se despia e deslizava entre as coxas dela. Rodeando os joelhos dela com as mãos, ele a arrastou pela cama até que ela estivesse enrolada em volta dele mais uma vez. Enquanto pressionava beijos ao longo do pescoço e pelo corpo dela, ele lhe disse o quanto esperou por algum tipo de sinal, qualquer coisa que o deixasse saber que ela sentia metade do que ele sentia. E foi com essas palavras que ela percebeu que ele sempre a viu, sempre soube da mulher que existia por trás do computador.

Afinal, ela não poderia esperar que ninguém a conhecesse como ele a conhecia, nem mesmo ela própria.

E naquela noite, ele garantiu que ela soubesse. Nunca mais haveria dúvida em sua mente sobre sua própria sensualidade, sua própria sedução feminina. Ela tinha alcançado seu objetivo final com um benefício adicional. Enquanto ela o seduzia, ele se certificou de que ela o tivesse. Se disfarçar não era necessário.

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23 comentários:

  1. Wow... com certeza essa foi a melhor... simplesmenet amo quando a Chloe é mostrada com essa sensualidade toda... amei, amei, amei... já está entre minhas favoritas ever!!!!!

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    1. Que bom que gostou assim Luciana ;]

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  2. F.A.N.T.Á.S.T.I.C.A!!!!

    Só isso...

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  3. Simplemente perfeita, Vinicius...

    Também babo nessas fics em que a Chloe está toda sedutora, onde ela não precisa apelar pra nada, sabe?

    E meu, o Ollie nessa fic foi tudo...

    Adoro esse clima Halloween, e a fic combinou perfeitamente...

    Obrigada pelo trabalho fantástico que vocês fazem aqui.

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    1. Também gosto do clima de Halloween, aliás curto as fics temáticas em geral...
      Obrigado pelo comentário!

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  4. Ai meu............. Deus!!!
    Wowwwwwwwwwwwwwww.....
    Sensacional!!

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    1. Esqueci até de assinar haha

      GIL

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    2. A fic te distraiu hein Gil kkkk
      Que bom que gostou, valeu!

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    3. Ooooh, distraiu sim... tanto que nem percebir que tinha sido escolha sua, Vinicius rsrs
      Mais uma ótima escolha.

      GIL

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  5. Nossa, sucesso total essa hein... pra mim, conseguiu ser muito mais sensual do que algumas muito gráficas... também adoro a Chloe Girl Power... haha... Valeu, Vinicius, pra deixar o dia em clima de Halloween total...

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    1. Que bom que gostou Heloísa, fico feliz.
      Sim, essa foi bastante sensual mesmo sem altas descrições do ato em si...

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  6. Minha nossa senhora do calor infernal... lol... quer matar a gente, né, Vinicius? Não basta esse calor insuportável não?

    Sério agora, fic fantástica, sensacional, tudo que todo mundo disse e mais um pouco. Encerrou com chave de ouro...

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    1. haha obrigado Angelique, já que é pra sentir calor, que seja por meio de algo bom kkkk

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  7. Não disse que essa fic era A melhor?

    Simplesmente perfeita e pra encerrar muito bem nosso Chlollieween... Valeu, Vinicius... :D

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    1. Essa é mais sensual, mas gostei da anterior por ser divertida rs
      Valeu Sofia!

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    2. Também gosto muito da anterior, mas essa que você escolheu me lembra muito o clima de textos como os que a calie15 escrevia: filling the void, por exemplo... e eu gosto muito desse tipo de escrita e essa me lembrou muito. Aliás, as fics da sarcastic são sempre lindas de morrer, né? Nós é que agradecemos, Vinicius...

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    3. Verdade a escritas dessas autoras são muito bonitas e vale a pena traduzir mesmo sendo um pouco complicado rs

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    4. 'um pouco' é bondade sua, ok? haha, mas vale muito a pena sim... :D

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    5. É verdade, se elas soubessem como complicam nossa vida kkk

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  8. Parabéns, Vinicius... MUITO boa mesmo.. adorei!!!!

    Edicleia

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    1. Obrigado Edicleia, fico feliz que agradou rs

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