8.7.12

Embrace the Cliche

Título: Abrace o Clichê
Resumo: O que pode ser mais clichê do que no último momento, fazer uma grande cena no aeroporto? Praticamente nada, mas Chloe vai fazer isso mesmo assim.
Autora: bella8876
Classificação
: R
Linha de tempo
: 9ª temporada
Banner
: tehzo




Oliver puxou o telefone do bolso e suspirou. Ele ainda estava descarregado. Tal como tinha estado há cinco minutos e cinco minutos antes. Logicamente ele sabia que não havia nenhuma maneira de milagrosamente recarregar enquanto ficava dentro do bolso, entretanto ele ainda verificava. Mesmo que Chloe ligasse, ele não saberia até que chegasse a Star City.

Claro que havia um telefone em seu jatinho, para não mencionar um armário inteiro cheio de carregadores diferentes para seus vários dispositivos eletrônicos, mas seu avião estava na Suécia, com os rapazes que tinham ido checar a atividade de uma 33.1 supostamente extinta. Ele não queria egoisticamente chamar o jato de volta apenas para levá-lo por uma hora e meia para a Califórnia, então ele iria voar pelo maravilhoso céu pela United Airlines esta manhã.

Nada disso o estava impedindo de ligar para Chloe. Ele poderia encontrar outro telefone, se quisesse. Contudo, ele não tinha certeza, se nesta época em que todas as pessoas carregavam telefones celulares, até as crianças, ainda existiam telefones públicos. A senhora no balcão provavelmente o deixaria usar o telefone da aérea oficial se ele manifestasse um pouco de bajulação, mas ele não estava no clima para flerte. Ele provavelmente poderia pedir emprestado um telefone de outro passageiro, mas isso exigiria falar com alguém, o que poderia muito provavelmente levar alguém a reconhecê-lo e honestamente ele não poderia lidar com outro rosto triste ou reconfortante tapinha no ombro esta manhã. E se ele tentasse ligar pra ela, não tinha certeza do que exatamente ia dizer. Ele tinha certeza de que tudo havia sido dito na noite anterior.

A mulher ao lado virou a página do jornal e Oliver deslizou mais para baixo na cadeira, se perguntando se seria mais ou menos suspeito puxar o capuz sobre sua cabeça. Ele olhou fixamente para a manchete que parecia encará-lo de volta, incapaz de desviar o olhar.

Oliver Queen Rejeitado na própria Festa!

Ele olhou para a imagem que acompanhava o título. Era realmente o retrato perfeito de um dos piores momentos de sua vida. Ele estava de pé, uma taça de champanhe na mão, uma caixa de anel na outra e uma expressão de pura dor no rosto, com pequenas quantidades de confusão e descrença misturadas. O fotógrafo tinha batido a foto no exato segundo após Chloe ter recusado sua muito pública proposta de casamento. Se você olhasse com atenção para o canto inferior da imagem, você veria uma pequena sombra de cabelos loiros. Aquela era Chloe correndo, não andando, mas fugindo do salão de baile tão rápido quanto seus finos sapatos poderiam levá-la.

Ele a seguiu um segundo depois e eles brigaram no estacionamento. Então ela saiu. Pegando seu carro e o deixando sozinho no estacionamento em sua própria festa de aniversário. O motorista disse que a deixou na Fazenda Kent, mas quando ele telefonou ninguém respondeu. Quando ele ligou para os telefones de Lois e Clark, ninguém respondeu. Em seguida, o telefone havia descarregado e agora ali estava ele, esperando para embarcar.

::::::::::::::::::::::::::::::

Chloe mudou o peso de lado mais uma vez, resistindo ao impulso de gritar com o casal mais velho na frente dela. Eles estavam no balcão há quase trinta minutos agora. Enquanto o senhor idoso tentava pechinchar com a agente no preço da passagem, sua esposa animava a todos com histórias de como ela estava indo visitar o primeiro bisneto e que tinha setenta e cinco anos de idade e estaria voando pela primeira vez, a qualquer momento. Enquanto Chloe pessoalmente achasse a história muito doce, ela estava sem tempo. Quando o casal finalmente deu um passo para o lado para passarem pela segurança, Chloe descobriu que, após todo o tempo que esteve esperando ansiosamente a sua vez na frente da fila, ela efetivamente não poderia se fazer ir adiante.

Felizmente ela tinha sua prima lá com ela. "Vamos." Lois disse, e imediatamente colocou as palmas das mãos sobre as costas de Chloe e a empurrou com força. Chloe cambaleou para frente, batendo no balcão e chamando a atenção de todos ao seu redor.

"Posso ajudar?" A mulher no balcão sorriu hesitante pra ela.

"Sim, obrigada", Chloe tossiu e olhou para o crachá com o nome da mulher. "Amy, eu gostaria de uma passagem para--” Ela parou e se virou para Lois. "Estou realmente fazendo isso?" Ela perguntou de repente.

"Sim." Lois disse com firmeza.

"Quero dizer, é sério?" Chloe mordeu o lábio. "Você vê isso o tempo todo em filmes e em programas de TV e é um pouco... clichê, não é?"

"É clichê por uma razão, porque funciona." Lois disse.

"Bem, isso funciona no cinema e na TV, mas provavelmente não tanto na vida real. Quer dizer, você não vê isso muitas vezes não é?" Chloe se virou para Amy. “Na vida real, certo?"

"Ver o quê?" Amy perguntou confusa.

"Você sabe, uma garota correndo pelo aeroporto, na esperança de chegar ao portão de embarque antes do avião de seu namorado decolar, para que ela possa muito publicamente se humilhar e então eles se beijam e fazem as pazes e vivem felizes para sempre.” Chloe disse rapidamente.

Lois estava balançando a cabeça freneticamente fazendo sinal de sim e Amy olhou para ela confusa antes de se virar para Chloe. "Não, na verdade eu trabalho aqui há quase sete anos e nunca vi isso acontecer.”

"Sério?" Lois perguntou. "Em sete anos não viu uma única vez?"

"Não." Amy balançou a cabeça. "Quero dizer, isso é uma espécie de clichê, sabe.”
"Obrigada." Chloe disse.

"Quem se importa?" Lois exclamou irritada. "Claro que é clichê, o amor é clichê, mas sabe o que você precisa fazer Chloe? Você precisa abraçar o clichê. Você precisa agarrá-lo e apertá-lo, porque você errou, seriamente, como na noite passada e o avião sai em vinte minutos e ele não atende o telefone então você precisa fazer isso."

"Certo". Chloe assentiu. "Abraçar o clichê." Ela virou-se para Amy. "Eu preciso de uma passagem no próximo voo para Star City, por favor.” Lois tossiu atrás dela e Chloe se virou. "Sério?"

“Ah, eu trago você todo o caminho até aqui e não vou ver o que vai acontecer? Isso não é legal. Uma passagem é a única maneira de eu passar pela segurança.” Lois a lembrou.

"Ótimo." Chloe virou-se para Amy. "Duas passagens.”

"Certo." Amy começou a digitar.

"E só pra você saber," Chloe se virou para Lois, "Eu não sou a única que errou na noite passada.”

"Você está certa, mas você é a única que fugiu.” Lois cutucou o ombro de sua prima carinhosamente e Chloe admitiu que ela tinha razão.

"Ok, e quantas bolsas vocês vão despachar?" Amy perguntou a elas.

"Nenhuma." Chloe disse.

"Nem bagagem de mão?" Amy franziu a testa.

"Não." Chloe balançou a cabeça.

"Hmmm.” Amy parou de escrever e olhou para Chloe e Lois e depois para o homem que estava sentado atrás da ponta do balcão.

"O que significa hmmm?" Chloe perguntou.

"É que sem malas, vou ter que marcar você." Amy disse mordendo o lábio e continuando a explicação. "Quando um passageiro solicita uma passagem de última hora, sem bagagem despachada e sem bagagem de mão, eu tenho que marcá-lo para ser revistado para fins de segurança.”

"Isso é ridículo." Lois zombou. "Não somos terroristas."

"Eu sei." Amy suspirou.

"Quero dizer, em primeiro lugar, olhe para nós.” Lois continuou apontando para Chloe e para si mesma. "Nós parecemos as pessoas menos prováveis ​​de ser terroristas. Em segundo lugar, se não temos bolsas, e nós estamos sem bolsas, então o que exatamente poderíamos estar levando para o voo?"

"Bem, é por isso que eu tenho que sinalizar você.” Amy olhou para o balcão para um homem que parecia ser o chefe dela. "Porque se você não tem bolsas o único lugar para se esconder coisas é..." Amy olhou Lois de cima a baixo.

"Checagem interna? Você vai nos mandar para uma revista íntima!" Sua voz aumentou ligeiramente mais do que ela gostaria.

"Ok, mas isso vai demorar uma eternidade, eu não tenho esse tempo.” Chloe entrou em pânico, menos com o pensamento de um segurança do aeroporto verificando para ver se ela estava guardando algo escondido em sua área mais privada e mais com o tempo que a busca levaria.

"Só um minuto... ok?" Lois fugiu do balcão e correu para a banca de jornal mais próxima. Chloe observou-a encher as mãos de coisas aleatórias, revistas, jornais, doces, copinhos de bebida e chaveiros e jogá-los, junto com duas bolsas pequenas em cima do balcão.

"Então você realmente está fazendo aquilo?" Amy perguntou Chloe. "Perseguindo seu namorado para fazer uma grande declaração ou algo assim?"

"Ou algo assim." Chloe assentiu. "Sim, provavelmente não vai mesmo funcionar, quer dizer, eu errei feio”.

"Não pode ter sido tão ruim.” Amy arriscou.

A mulher da banca de jornal parecia duvidosa, mas embrulhou tudo. Lois colocou tudo em duas bolsas e, em seguida, correu de volta para o balcão, ligeiramente sem fôlego e despejou-as na frente de Amy. "Aqui, duas malas de mão.” Lois se curvou, segurando no quadril enquanto tentava recuperar o fôlego.

"Ótimo." Amy afundou aliviada. "Alguma outra pessoa trouxe as bolsas para você?"

Lois congelou e olhou pra ela como se ela fosse louca. "Eu acabei de fazê-las, você me viu.”

"Portanto isso é um não, então." Amy digitou alguma coisa. "Essas bolsas ficaram fora de sua vista, depois que você as arrumou?"

"Você viu... estas bolsas não ficaram fora da sua vista desde que eu as embalei.” Lois a lembrou.

"Eu tenho que perguntar." Amy disse se desculpando. "Tudo bem, tudo está em ordem, eu só preciso de um cartão de crédito."

Chloe entregou seu cartão e Amy parou. Ela olhou para o cartão, então para Chloe, então para a pilha de revistas no balcão, uma delas com uma foto dela e Oliver que parecia que estava rasgada ao meio e uma legenda que dizia: Solteiro Mais Cobiçado de Star City está Solteiro Novamente? "Você é Chloe Sullivan.” Amy disse.

"Sim." Ela pegou a impressão da OK! e se perguntou como eles conseguiram imprimir a história tão rápido, eles devem ter mandado alguém para cobrir.

"Você realmente o deixou lá, quando ele propôs? No aniversário dele?" Amy perguntou, passando o cartão.

"Primeiro, era a festa de aniversário dele, o aniversário mesmo foi há duas semanas. Segundo, aconteceu muito mais do que isso.” Chloe argumentou, tentando se defender. Todo mundo adorava Oliver e assim automaticamente, todos ficaram do lado dele. Ela vinha recebendo telefonemas ameaçadores a manhã toda até o ponto de ter que desligar o telefone, e alguém jogou ovo no portão e no carro dela.

Até sua idosa vizinha, a Sra. Cohen, que nunca tinha dito nada além de uma palavra gentil para Chloe tinha zombado quando ela finalmente se arrastou de volta para a Torre de Vigia naquela manhã e disse: "Então é assim? De repente, você é muito boa pra ele? Você deveria era se sentir sortuda.” Então ela cuspiu aos pés de Chloe, realmente cuspiu nela.

"Nós não temos tempo pra isso." Lois impediu Chloe de explicar de todas as maneiras que Oliver estava errado nesta situação. Amy a observou, mas entregou as passagens a Chloe de qualquer maneira.

"Obrigada." Chloe disse séria e foi para o posto de segurança. Lois seguiu atrás dela, as duas improvisadas ​​bagagens em suas mãos.

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"Eu nunca achei que aquela era a garota certa pra você." A mulher disse batendo na perna de Oliver suavemente, de maneira quase maternal.

Ele resistiu ao impulso de revirar os olhos. A partir do momento que ele e Chloe tinham levado seu relacionamento a público ela havia sido apontada pela imprensa como "A melhor coisa que aconteceu com Oliver Queen”. No entanto agora, durante a manhã inteira parecia que todos os estranhos como essa mulher estavam dizendo que Chloe não era suficientemente boa pra ele, que nunca realmente gostaram dela, que ele poderia fazer muito melhor. A verdade era que ele não podia.

Depois de levar algum tempo para se distanciar da situação foi que ele percebeu que Chloe estava certa sobre algumas coisas e que ele carregava parte da culpa nesta situação e ele nem sequer estava muito bravo com ela. Claro que ela provavelmente poderia ter lidado com a situação de maneira um pouco melhor, talvez não o rejeitando tão publicamente, mas era direito dela recusar. Ele abriu a boca para dizer tudo isso à mulher, mas nunca teve a chance.

"Oliver?" Uma voz muito tímida, muito familiar soou pelo sistema de interfone do aeroporto. "Eu sei que você está aí fora em algum lugar. O seu assistente me disse que você estaria voando para Star City esta manhã às nove, mas ele não quis me dizer qual a companhia aérea ou em que voo e como há sete diferentes, e nós fomos paradas na segurança, eu não tive tempo para verificar todas então... Achei que esta era a melhor maneira de chamar sua atenção. Há algo que eu preciso dizer a você antes de ir, e se você ainda quiser ir... eu vou entender... mas eu não posso deixar você ir sem que você saiba disso.” Oliver se levantou e olhou em volta do aeroporto, tentando descobrir onde Chloe estava.

"Eu quero ter seus bebês, Oliver Queen." Ela deixou escapar e ele congelou no lugar. Ele sabia que o portão inteiro estava olhando pra ele, mas ele não se importava. "Wow." Chloe disse depois de uma pausa. "Isso soou um pouco mais como uma perseguidora maluca do que eu pretendia. E eu estou percebendo agora que provavelmente vai ser manchete de amanhã na primeira página da seção de fofocas."

"Ela está no balcão de informações.” A mulher de antes pôs a mão suavemente no braço de Oliver, puxando-o de seus pensamentos e apontando para o corredor. Oliver seguiu seu dedo e com certeza, lá estava ela, em pé no balcão de informações com o microfone nas mãos, uma multidão reunida ao redor dela.

"Obrigado." Oliver disse e foi em direção a multidão.

"Embora seja verdade.” Chloe continuou. "Eu quero ter seus bebês. Eu quero ter pequenas versões de você correndo e eu quero comprar uma casa e ter um balanço no quintal e sair de férias em família e...” Sua respiração ficou presa na garganta quando ela o percebeu, de pé exatamente na beira da multidão que estava reunida. Ele parecia deliciosamente forte em seu agasalho verde com capuz favorito e jaqueta de couro marrom. "E eu quero fazer isso tudo com você." Ela disse a ele.

"O que te fez mudar de ideia?" Oliver perguntou. Todo mundo se virando para olhar pra ele.

"Bem...” Ela fez uma pausa. “Poderíamos, talvez falar sobre isso em algum lugar em particular?"

"Não." Oliver balançou a cabeça. "Eu abri meu coração pra você de uma maneira muito pública ontem à noite e você me deixou na mão."

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Oliver não podia deixar de olhar para Chloe do outro lado do salão. Ela estava fantástica no vestido que ele tinha comprado pra ela. Suas bochechas estavam vermelhas, provavelmente por causa do champanhe e ela estava sorrindo e gargalhando, encantando até mesmo Monty, o cabeça de seu conselho administrativo que Oliver muito raramente via sorrir. Isso ainda o pegava de surpresa às vezes, o quanto ele estava apaixonado por esta garota.

"Se me der licença.” Ele murmurou para quem ele esteve conversando. Era horrível que não conseguisse sequer prestar atenção a seus próprios clientes, mas com Chloe em volta ele descobriu que raramente conseguia prestar atenção a quem quer que fosse além dela.

Ele entrou no lugar vazio ao seu lado, deslizando a mão pela parte baixa das costas dela, que estava completamente nua, fazendo-a tremer ligeiramente. Ele teria que fazer uma pausa para dizer a ela que realmente amou aquele vestido. Ela nem vacilou em sua história, no entanto. “Então, nós estávamos lá na parte rasa da piscina, tentando parecer inocentes, como se fossemos dali, como se fosse perfeitamente aceitável fazer um mergulho às duas da manhã, no meio de fevereiro, em traje de noite formal e com a família real inteira no pátio olhando pra nós, em suas vestes. Harry estava tentando não rir e William ficou dando cotoveladas na lateral dele e até mesmo os lábios de Charles estavam tremendo enquanto ele me ajudava a sair da água e eu estava tremendo tanto que meus dentes começaram a bater."

"De repente, Sua Majestade se levantou com um suspiro e disse: 'Eu suponho que deveríamos levar algumas toalhas antes deles congelarem até a morte' e escalou todos para encontrar alguma coisa, mas estava no meio do inverno então não tinha nada na casa da piscina e estavam só ela e Charles e eu ainda estava tremendo então Charles pegou seu cobertor e o colocou em torno dos meus ombros. Oliver estava ficando roxo. O cabelo dele estava começando a congelar, e antes que eu pudesse me oferecer para dividir a minha manta com ele, Sua Majestade tirou a dela e jogou sobre os ombros dele. Era cor de rosa e fofa e ia até abaixo dos quadris dele e ela murmurou: 'Se alguém quer algo bem feito, deve-se fazê-lo ela mesma' antes de retornar para dentro de casa.”

Monty explodiu em risos e Oliver se encolheu lembrando-se de alguém voltando com uma mão cheia de toalhas apenas para deixá-los cair na piscina quando o viu no manto da rainha. Ele também tinha quase certeza de que Harry tirou uma foto ou duas com o seu celular. "Eu tenho fotos em algum lugar, vou ter que enviá-las pra você.” Chloe disse.

"Bem, eu sei o que comprar para você este ano no Natal, eu acho.” Monty disse batendo nas costas de Oliver. Se tinha uma coisa que ele gostava mais do que tirar sarro de Oliver, era a Rainha Mãe e Chloe saberem disso. Foi provavelmente por isso que ela escolheu essa história e não uma das muitas outras que poderia ter dado a ele como munição.

"Ela me deixou ficar com ele você sabe.” Oliver disse sem constrangimento. “Ele está pendurado em um armário em algum lugar, ele era realmente muito quentinho.” Monty riu um pouco mais e Oliver aproveitou a oportunidade para roubar um beijo suave de Chloe. "Eu vou fazer o meu brinde agora.”

"Ok, estou indo." Chloe assegurou e ele caminhou para a frente do salão. ODJ chamou a atenção de todos e um garçom entregou a ele uma taça de champanhe, quando Chloe parou ao lado dele.

"Eu só queria agradecer a todos que estão aqui hoje. Espero que vocês estejam se divertindo e se não estiverem, eu realmente não me importo, é meu aniversário, tudo o que realmente importa é que eu esteja me divertindo.” Todos riram e Chloe o cutucou na lateral. "Estou só brincando. Realmente significa muito pra mim que vocês estejam aqui para comemorar comigo. Todos vocês são como uma família pra mim. Eu realmente não cresci com uma, depois que meus pais morreram, mas todos vocês aqui me adotaram em suas próprias famílias e sou grato por isso.” A alegria se instalou no meio da multidão.

"E um dia, espero que em breve, construirei minha própria família.” Ele olhou para Chloe. “Algumas crianças correndo pelo quintal. Empurrá-las no balanço, sair de férias em família... e eu não posso imaginar qualquer outra pessoa que eu queira ao meu lado para tudo isso do que você.” Chloe abaixou a taça de champanhe e ficou olhando para Oliver em confusão. "Assim, mesmo que já tenha me dado um presente de aniversário.” Oliver pensou sobre o arco impressionantemente moderno com que Chloe o tinha presenteado uma semana antes. “Você estaria realmente me fazendo a pessoa mais feliz do mundo se me desse apenas mais um presente esta noite.” Oliver pegou uma pequena caixa azul-turquesa do bolso e abriu-a. Um pequeno e perfeito anel estava aninhado na borda e Chloe não conseguia tirar os olhos dele. "Chloe, você me dá a honra de se tornar minha esposa?"

"Oliver, eu..." Ela arrancou os olhos da caixa, olhando para ele, depois para a multidão de pessoas reunidas, à espera de sua resposta. "Eu sinto muito." Ela disse subitamente antes de virar e correr para longe do palco. Oliver estava de pé, olhando para ela, incapaz de acreditar no que tinha acontecido.

Lois pulou ao lado dele e pegou o microfone. "Uh, minha gente, nós temos algumas... vamos..." Ela virou-se para Oliver e o empurrou. "Vá atrás daquela tonta.” Ela disse antes de ele recuperar os sentidos e sair correndo. "Que tal dançarmos mais um pouco?" Lois perguntou, passando o microfone de volta para o DJ que começou a subir a música novamente.

"Chloe!" Oliver chamou, finalmente se aproximando dela no estacionamento onde ela estava andando pra trás e pra frente. "Por que você correu?"

"Por que eu corri?" Chloe perguntou, respirando pesadamente. Oliver não sabia se era por causa da corrida ou de pânico. "Que diabos foi aquilo?"

"Aquilo foi eu te pedindo em casamento." Oliver disse confuso. "E então você estava fugindo, por que você fugiu?"

"Por que você propôs?" Chloe perguntou com raiva.

"Porque eu quero casar com você." Oliver disse e Chloe começou a andar novamente. "Porque você correu?"

"Porque é muito cedo." Chloe disse. "Nós nem mesmo moramos no mesmo estado metade do tempo, porque nenhum de nós está disposto a mudar, então você não pode apenas jogar o casamento em mim assim."

"Isso não pode ser uma surpresa para você, nós já conversamos sobre isso.” Oliver balançou a cabeça.

"Não, nós já conversamos sobre casamento, de uma forma muito abstrata, sim-algum dia - possivelmente-vamos-querer-casar-com alguém, esse tipo de coisa. Nós nunca conversamos sobre nos casar e nós nunca conversamos sobre todas as outras coisas.” Chloe o lembrou.

"Que outras coisas?" Oliver franziu a testa.

"A casa, as crianças e o conjunto de balanço e as férias.” Chloe disse, à beira de hiperventilar. “Nós nunca conversamos sobre isso.”

"Bem, não, mas eu simplesmente presumi-”

"Bem, não." Chloe virou-se para ele. "Não basta presumir as coisas, não coisas assim, não algo tão grande Oliver.”

"Qual é o problema?" Ele perguntou.

"O grande problema é que eu nem sei se quero ter filhos." Chloe disse, impressionada com o silêncio dele. O olhar no rosto dela suavizou um pouco. "É por isso que você tem que falar sobre essas coisas. Eu não sabia que você queria filhos.”

"Eu quero." Oliver disse.

"Eu não." Chloe ofereceu. "Ou eu acho que não quero.”

"Por que não?" Oliver perguntou, seu mundo inteiro praticamente desabando ao seu redor.

"Deus, Oliver, nossas vidas são perigosas, você compreende isso? E este mundo, quero dizer, o fato de que temos que fazer o que fazemos mostra o problema que é este lugar e eu não posso sequer imaginar trazer uma criança para isto. Sem mencionar que ainda não sei muito sobre as infecções de meteoros, não sabemos se elas são hereditárias. Não posso arriscar infligir isso a uma pobre criança inocente.”

"Ok, eu compreendo o que eu faço Chloe, mas vamos aprender mais sobre isso e vamos pesar os riscos. E nós fazemos o que podemos para tornar este mundo um lugar melhor.” Oliver estava praticamente implorando agora. "Isso não é... podemos conversar sobre isso.”

"Você não deveria ter me colocado naquela situação.” Chloe balançou a cabeça antes de entrar no carro de Oliver e se afastar, deixando-o voltar para dentro e lidar com tudo.

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"Foi muito humilhante, então eu acho que o que você tem a dizer, deve dizer bem aqui. Na frente de todos." Oliver deslizou as mãos no bolso da jaqueta e esperou.

"Ok." Chloe assentiu. "Tudo bem, tudo bem. Eu suponho que seja justo. Eu sei que eu disse ontem à noite que não queria ter filhos, que eu não queria trazer uma criança a este mundo, mas eu percebi uma coisa depois do meu quarto Martini. Eu não estaria trazendo uma criança a este mundo. Eu estaria trazendo a nossa criança a este mundo."

Oliver sorriu pra ela. "E eu sei que parece que é muito cedo mas não é, não é quando você pensa sobre como a vida é curta e todas aquelas outras coisas que eu disse eram apenas desculpas porque eu estava com medo."

"Por que você estava com medo?" Oliver perguntou confuso.

"Porque eu sei o quanto você me ama, eu sei o quanto você me ama porque eu te amo muito. Eu te amo tanto que dói às vezes e pensar que você se sente assim sobre mim, é assustador.” Chloe admitiu. “É assustador, porque e se eu te decepcionar? E se eu não for o suficiente? E se eu não puder ser a pessoa que você quer que eu seja?"

"Eu não quero que você seja ninguém." Oliver balançou a cabeça. "Eu quero que você seja a Chloe e você é muito boa nisso."

"Sério?" Chloe perguntou, esperançosa.

"Sério." Oliver riu pra ela.

"Então você não está indo embora?" Chloe olhou dele para o portão.

"Eu não estava..." Oliver franziu a testa por um segundo antes que ele entendesse. "Eu não estava deixando você, Chloe. Eu tenho uma reunião de acionistas em Star City amanhã. Estava agendada há um tempo, eu não consegui me livrar dela. Eu ia voltar.”

"Oh." Chloe sentiu seu rosto ficar vermelho brilhante, e ela lembrou vagamente de Oliver mencionando algo sobre uma reunião há poucas semanas atrás. "Então tudo isso foi... perda de tempo."

"Não." Oliver balançou a cabeça. "Não foi perda de tempo. Agora estamos quites." Ele acenou para a multidão ao redor. "E eu tenho um bom número de testemunhas para atestar o fato de que você quer ter bebês comigo."

"Bobo." Chloe disse, mas a farpa foi atenuada pelo sorriso brilhante no rosto dela, ela não tinha certeza se poderia ficar mais apaixonada por ele do que estava naquele momento. ”Me pergunte novamente." Ela disse de repente e todos se viraram para Oliver.

"Não." Ele disse, quando foi pego um pouco desprevenido. "Você estava certa na noite passada, era muito cedo."

"Não, não era." Chloe o corrigiu. "Eu pensei que dizer sim ao casamento significava dizer sim a tudo, de imediato, mas isso não vai acontecer. Todas as outras coisas, os bebês e a casa e a família e o balanço, e as férias, tudo isso virá, em seu próprio tempo, quando for a hora. Quando isso acontecer, eu quero ser a Sra. Oliver Queen.” Oliver apenas olhou pra ela sem palavras. "Então, me pergunte outra vez.”

"Ok." Oliver sorriu e abriu caminho através da multidão de pessoas até que estivesse de pé na frente de Chloe. Ele deslizou suas mãos ao longo da cintura dela, e a tirou do balcão, colocando-a suavemente de pé na frente dele. "Tem certeza que você quer que eu faça isso?"

"Sim." Chloe assentiu com a cabeça, espalmando as mãos sobre o peito dele para se firmar.

"Aqui, na frente de todas essas pessoas?" Ele elucidou.

"Sim." Chloe disse com um riso nervoso.

"Case-se comigo." Oliver sussurrou.

"Sim." Ela sussurrou de volta, com os olhos brilhando.

Oliver não conseguia evitar. Suas mãos se moviam dos quadris, pelas costas dela, até que que estivessem segurando sua cabeça e ele a puxou para um beijo urgente. A mão direita dela estava enrolada no tecido de seu capuz e a mão esquerda se arrastou do peito até sua bochecha, segurando-o no lugar. Ele se afastou apenas o suficiente para olhar nos olhos dela e a encarou por um segundo. "Será que acabamos de ficar noivos?" Ele perguntou um pouco sem fôlego. Chloe assentiu. "Em um aeroporto?" Chloe assentiu novamente e então ele viu algo pelo canto do olho. "Aquela é Lois?"

Chloe riu desta vez, jogando a cabeça pra trás, incapaz de se controlar por mais tempo. "Podemos ir a algum lugar privado agora?”

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Chloe abriu os olhos em sinal de protesto quando o colchão afundou. Ela piscou em confusão por alguns segundos se perguntando exatamente onde estava quando tudo voltou. Oliver a tinha pedido em casamento e ela disse que sim e, de repente eles estavam no hotel do aeroporto, tropeçando no quarto que Oliver tinha arrumado e roupas foram descartadas e bem, o resto era um borrão fantástico. Ela ia ficar dolorida por vários dias. Ela viu quando Oliver deslizou o capuz verde e em seguida, se sentou na beirada da cama para colocar os sapatos. "Você está indo embora?" Chloe perguntou, sentando-se na cama, puxando o lençol com ela na tentativa de se cobrir.

"Eu realmente tenho essa reunião, eu já perdi o voo duas vezes, não posso perder este. Oliver se virou e ela aproveitou a oportunidade para passar os braços em volta do pescoço dele e lhe dar um beijo preguiçoso. "Eu realmente tenho que ir.” Ele se afastou. "Volto no domingo, o mais tardar na segunda. Você quase não vai sentir minha falta."

"Isso são quase quatro dias." Chloe beijou-o novamente, desta vez deixando-se cair para trás sobre o colchão puxando-o para cima dela, ganhando apenas um fraco protesto. “Eu não posso ficar longe de você por quatro dias.” Ela lembrou, puxando a camisa dele para fora das calças e deslizando uma mão contra seu peito.

"Certo." Oliver fechou os olhos. "Diga-me pra ficar."

Chloe se afastou para olhar pra ele, diversão em seu rosto. "O quê? Eu estava apenas brincando.” 

“Diga-me pra ficar e eu vou ficar." Oliver disse seriamente.

"Eu não posso fazer isso.” Ela balançou a cabeça.

Oliver beijou-a novamente e sorriu contra seus lábios. "Claro que você pode, é fácil, só uma palavra. Fique."

"Eu posso dizer a palavra, mas eu não posso te pedir para ficar." Chloe balançou a cabeça.

"Você pode, dane-se a reunião. Eu vou ficar aqui neste quarto, nesta cama com você para sempre.” Oliver sussurrou, abaixando o capuz. 

Chloe gemeu. "Isso seria ótimo.” Oliver sorriu. "Mas eu não posso fazer isso.” Oliver emaranhou uma mão no cabelo dela e puxou-a para um beijo mais profundo. Ele usou a mão livre para puxar o lençol dela e Chloe estremeceu ao contato súbito de ar frio sobre a pele, mas em seguida Oliver estava lá, cobrindo-a com seu corpo. Ela se afastou ofegante. "Ok, fique.”

"Ok." Oliver concordou, deslizando um joelho entre as pernas dela, forçando-a a enganchar o tornozelo nele. Depois de um minuto ele se afastou e descansou sua testa contra a dela. "Eu não posso ficar.”

"Eu sei." Chloe riu, colocando um beijo suave em seus lábios.

"Você pode vir comigo." Oliver ofereceu.

"Eu tenho que estar na Torre de Vigia quando os rapazes voltarem.” Chloe lembrou. "Vai ficar tudo bem, agora encontre o meu sutiã, eu vou com você ao aeroporto. Esperemos que Lois ainda esteja lá, porque senão eu não tenho nenhuma idéia de como eu vou chegar em casa.”

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Lois ainda estava lá e não ficou nada feliz em ter ficado presa no aeroporto por cinco horas enquanto Oliver e Chloe saíam e faziam Deus sabe o quê. Aparentemente, Chloe tinha as chaves do carro de Lois no bolso. Ela se acalmou um pouco quando Chloe prometeu lhe dar todos os detalhes. "Eu te ligo quando pousar." Oliver deu outro beijo suave em Chloe e Lois gemeu.

"Eu vou atender." Chloe assegurou-lhe.

"Oh." Oliver procurou no bolso de sua jaqueta de couro até que ele emergiu com uma pequena caixa com um anel turquesa. "Eu quase me esqueci.” Ele abriu-a e puxou o anel para fora e o deslizou no dedo dela. "Eu realmente gosto do jeito que parece combinar com você.”

"Gosto da maneira me sinto com ele.” Chloe sorriu para ele. "Ei, se os rapazes voltarem logo, eu poderia pegar o avião até Star City e surpreender você.”

"Talvez quando você quiser me surpreender você deva estar usando o anel, e apenas o anel.” Oliver ergueu as sobrancelhas para Chloe e eles riram.

"Ok, isso é o suficiente. É ridiculamente fofo, mas eu estou cansada e com fome.” Lois falou por de cima do ombro de Chloe e Oliver sorriu pra ela.

"Eu vou sentir sua falta também Lois." Oliver piscou caminhando para o portão e Lois revirou os olhos.

"Deixe-me ver.” Lois estendeu a mão para olhar o anel no dedo de Chloe. "Perfeito, é claro que é. É da Tiffany. Fale sobre abraçar o clichê.”

"Ei, você me disse para abraçar o clichê.” Chloe a lembrou.

"Eu sei, mas vamos lá Chloe.” Lois cutucou o ombro de sua prima. "Seu relacionamento inteiro é um grande clichê. Eu disse logo de cara que você estava caminhado para essa coisa de Cinderela, você uma pobre repórter humilde, ele um lindo homem de negócios e bilionário. Desde que vocês ficaram como amigos com benefícios, sem cordas para prendê-los, coisa que sempre, sempre leva a ambas as partes a se apaixonarem loucamente uma pela outra. Acrescente a isso a proposta clichê de vocês e é acertar a trinca. Você provavelmente vai terminar com uma casa perfeita no subúrbio com dois filhos e meio perfeitos e vai ser ridiculamente feliz.”

"Você quer saber? Se isso é abraçar o clichê... Eu mal posso esperar.” Chloe sorriu feliz. Ela sabia que provavelmente parecia uma maluca, mas não se importava. "Espere aí, como você tem dois filhos e meio?" Chloe perguntou. "Eu sempre me perguntei isso.”

"Eu não sei. Eu não consigo lembrar se é dois filhos e um a caminho ou dois filhos e um cachorro.” Lois disse.

"Um cão é considerado como meia criança?" Chloe olhou para sua prima. "Em que escala?"

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6 comentários:

  1. Oh, menino, o que é isso?!!!!
    Oxii! A gente acaba de ler uma fic linda, e pensa: ok! escolha perfeita!
    Aí, mal nos recuperamos de tanta doçura, já tem outra pra ler? (não que esteja reclamando... NUNCA)

    Mais uma fic maravilhosa, clichê ou não, adorei!!! Inclusive o banner...

    Valeu, mesmo, Vinicius!!

    GIL

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  2. Realmente, mais um grande acerto do Vinicius, essa é romântica, leve e divertida e profunda... essa autora é muito talentosa, adoro os textos dela... Obrigada Vinicius por mais este presente... :D

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  3. Fic fantástica, agora, cmo a Chloe pode deixar o pobrezinho naquela situação, no aniverário dele?!?!?!?!?!?!!? E novamente uma Lois suportável e engraçada, mérito da autora, com certeza... Adorei...


    Ana Beatriz

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  4. Maravilhosa e super divertida, adorei, Vinicius...

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  5. AI QUE LINDO!!!!!!!

    Abrace o clichê mesmo!!!!!! Adorei a análise da Lois, o namoro deles foi o maior clichê EVER, mas tudo bem pq ser feliz é um clichê... que escolha maravilhosa, gente!!!!! Parabéns, o blog sempre arrasando!!!!!

    Ana Luíza Bernardo

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  6. Legal que curtiram galera! Tomei um susto com a Chloe surtando na festa, mas depois ela teve que pagar na mesma moeda haha

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